"Arte" da Teologia da Libertação: porque no mundo bizarro nada é tão ruim que não possa ficar pior

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010



Eu não sou racista. Sou artista. Gosto das artes, principalmente da pintura. Mas essas formas (ou deformas) de expressões artísticas inspiradas pela teologia da libertação são de enrolar o duodeno. As artes inspiradas por qualquer ideologia tipo ditadura (nazista, comunista, etc.) ou marxista-comunista, entre outras, são de péssimo mau gosto e vemos aqui alguns pequenos exemplares tentando dar uma "tez" cristã.
O modus operandi da teologia da libertação de tentar mostrar Cristo ou figuras cristãs das mais variadas e estrambólicas formas possíveis (para agradar a todos nesse mundo psicodélico pós-moderno) talvez chegará ao ponto (se já não chegou) de agradar ao próprio diabo, tirando Cristo da cruz e colocando outra figura bizarra, como estas aqui, que ou é um duende, um ogro, um gollum ou qualquer coisa exceto o Senhor. Realmente, estarrecedor.

2 comentários:

Teófilo disse...

O lado bom é que nessa "arte" o inspirador verdadeiro da teologia da libertação se revela explicitamente. Se alguém duvidava de quem era ele, aí está.

Emerson disse...

A TL é uma josta. Dá-me tanto nojo quanto ojeriza ver essas manifestações "culturais" inspiradas por esses movimentos pseudo-cristãos revolucionários. Já tem Jesus-lésbica, Jesus-exu, Jesus-ganexa, Jesus-Buda... o que vale é agradar esse mundo "politicamente correto" (sic) em que vivemos.

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