A moderna “libertação” dos homossexuais

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


ATÉ 1861, o homossexualismo era um crime punível com a morte, na Inglaterra. Com efeito, a possibilidade de encarceramento devido a atos homossexuais não foi cancelada ali senão tão recentemente quanto 1967. Muitos outros países ocidentais têm uma história similar.
Nos anos recentes, contudo, as leis e as atitudes mudaram grandemente. Na Califórnia, EUA, à guisa de exemplo, uma candidata ao cargo de prefeito de São Francisco prometeu nomear homossexuais para as câmaras municipais e comissões, em proporção à sua parte dentre a população, calculada em cerca de 15 por cento. Como resultado, os homossexuais lhe deram seu apoio nas urnas.
Homens e mulheres destacados na vida pública podem agora ser homossexuais bem abertamente. Muitos clérigos são “gays” confessos, advogando livremente esse modo de vida. O homossexualismo não mais é encarado por muitos como tendo o estigma que costumava ter. Tem alcançado certo grau de “respeitabilidade”.
Desde a primeira guerra mundial, a autoridade dos sacerdotes e clérigos tem sido questionada. As pessoas não mais se dispõem a aceitar, sem questionar, o que certas igrejas afirmam. Exigem maior liberdade, especialmente no que diz respeito à moral.
Um alvo primário tem sido a posição tradicional das igrejas contra o homossexualismo. As declarações da Bíblia sobre o assunto, segundo agora se afirma, são irrelevantes para este século 20. Sob pressão, muitas autoridades religiosas cederam, abandonaram a Bíblia e acolheram abertamente esta ‘nova moral’.
Típico de tal enfoque é o assumido pelo primaz da Igreja Anglicana do Canadá. Comentou: “Não modificamos a Escritura. Temos feito uma tentativa de entendê-la, num nível mais profundo. . . . A orientação homossexual não é pecaminosa, exceto no sentido de que poderá ter sido condicionada num mundo pecaminoso.”

Quanta “Libertação”
Tristes: defensores dos direitos dos homossexuais reagem
chorando numa conferência metodista de 30 de abril de 2008
que manteve a posição da igreja metodista de que a prática
da homossexualidade "é incompatível com a fé cristã".
Já não é hora de se remover por completo quaisquer restrições religiosas? Para se erradicar o estigma social? Muitos pensam assim, e procuram emancipar os homens e as mulheres do que eles consideram ser intromissões em sua vida pessoal. Nesta atmosfera de mudanças, os movimentos de ‘Libertação dos Gays’ (andróginos) foram concebidos e nutridos.
Para muitos, contudo, esta liberdade recém-encontrada tem vida curta. Suas “bênçãos” são dúbias e a felicidade que promete é uma ilusão.
Francis Cormier, pastor duma pequena igreja evangélica independente em Montreal, Canadá, resumiu sua vida qual homossexual. Agindo agora como conselheiro de homossexuais, admitiu que “a maioria dos homossexuais não são felizes e bem-ajustados como alguns afirmam, mas são pessoas desesperadamente infelizes”. Acrescentou: “Muitos até cometem suicídio.”
Endossando tais descobertas, An Introduction to the Pastoral Care of Homosexual People (Introdução aos Cuidados Pastorais dos Homossexuais), editada pela Igreja Católica Romana nas Ilhas Britânicas, tem o seguinte a dizer: “Os homossexuais sofrem comumente a falta de auto-estima e uma solidão que os heterossexuais acham difícil, se não impossível, compreender. Numa sociedade mista comum, os homossexuais se sentem estranhos.” Também: “Muitos homofilos acham uma carga a solidão de sua vida.” Tais desajustes certamente estão muito longe da “libertação” que eles buscam tão ansiosamente.

Por Que Ser Homossexual?
Por que, então, as pessoas se tornam homossexuais? O que está por trás do aumento sempre crescente de seus números? Dificilmente há uma questão que tenha sido mais ardentemente contestada, nos anos recentes.
O relatório católico Romano, adrede mencionado, comenta: “A maioria dos jovens parecem atravessar uma fase em que a tendência homossexual é dominante; mas o crescimento emocional pode ser impedido neste estágio.” Os anos da adolescência são anos de estresse. Os rapazes e as moças não raro acham difícil relacionar-se uns com os outros sem sentir embaraços, naquela época da vida. Assim, amiúde vemos a polarização — grupos compostos exclusivamente de rapazes ou de moças.
A maioria consegue fazer os ajustes necessários e alcançar um equilíbrio na vida sexual. Infelizmente, porém, há muitas armadilhas. Comentando algumas delas, o secretário da Sociedade Responsável da Inglaterra disse: “Estamos assaz preocupados com o estridente proselitismo, feito entre adolescentes, por parte de militantes agentes homossexuais. Há evidência sobrepujante na enquête norte-americana de Masters e Johnson de que o homossexualismo é um comportamento aprendido.”
Escolas de 2.° grau e universidades são um campo natural para tal cultivo. The Little Blue Book (O Livrinho Azul), dado aos estudantes da Universidade de Oxford, Inglaterra, tem o seguinte a dizer: “Muitos gays ‘deixam de ser enrustidos’ (i. e., revelam-se gays) quando estão na faculdade ou na universidade. Saindo de casa talvez pela primeira vez, é amiúde uma escapatória de certas pressões e expectativas. Ademais, os estudantes tendem a ser mais tolerantes e abertos para com os homossexuais, pelo menos em nível superficial.”
O guia gratuito para o ‘sexo dos gays’, intitulado “Panorama Gay”, da Universidade de Glasgow, Escócia, oferece o seguinte conselho: “Se verificar que se sente sexualmente atraído por pessoas do mesmo sexo que o seu, a melhor coisa a fazer é aceitar isso.” Um pai irado afirmou, segundo noticiado: “Há muitos estudantes jovens que poderiam ser corrompidos por esta espécie de material.” Em outras palavras — o homossexualismo pode ser impedido, assim como pode ser aprendido.

Encarar os Fatos
Existe um aspecto adicional do homossexualismo que não raro é lançado em segundo plano. Diz respeito à incidência de doenças venéreas entre os homossexuais. Quão grave é este problema?
As clínicas de DV na Inglaterra recebem uma taxa inesperadamente alta de homossexuais. Disse um inspetor de saúde: “Acho que isso se dá porque são mais promíscuos, tendo mais encontros casuais do que outras pessoas.” Comprovando este fato como sendo um problema mundial, na cidade de Nova Iorque, 55 por cento dos casos de sífilis infecciosa, em 1977, ocorreram entre varões homossexuais. O escritor médico independente, Terry Alan Sandholzer, relatou: “A sífilis em homens homossexuais, segundo se calcula, é responsável por até 50 por cento dos casos notificados nas grandes cidades, e cerca de um terço dos casos nacionalmente.” Por certo, é um alto preço a se pagar pela “libertação” sexual.
À medida que o homossexualismo veio à tona, também houve um esforço concentrado de dar nova imagem a tal prática. A palavra “homossexual”, com sua ênfase sobre o “sexo”, tem sido encarada de forma desaprovadora. Ganhou destaque, em seu lugar, o termo “gay” (literalmente alegre; jovial). The Concise Oxford Dictionary observa que tal palavra, usada neste sentido, é um eufemismo, uma palavra branda que substitui uma palavra dura ou direta. O mesmo se pode dizer de “homofilia” e “homofilo”, ou andrógino, como são usadas às vezes.
Se alguém espera entrar no mundo homossexual, então seria sábio encarar os fatos sobre a DV nesse mundo.


O que o Velho Testamento diz sobre o assunto
Pode a Bíblia, afinal de contas, ajudar-nos? Diz respeito ao modo de vida moderno e aos conceitos mutáveis sobre moral? Visto que muitos ainda nutrem respeito por sua autoridade, consideremos o que ela tem a dizer.
A lei de Moisés não tem nada de ambígua. Duas vezes, no livro de Levítico, declara-se precisamente a proibição contra o homossexualismo (e, no mesmo contexto, contra o incesto e a bestialidade). A tradução de Levítico 18,22 na New English Bible (Nova Bíblia Inglesa) é: “Não deves deitar-te com um homem como se fosse mulher: isso é abominação.” Em sua paráfrase deste mesmo versículo, The Living Bible (A Bíblia Viva) assim se expressa: “O homossexualismo é absolutamente proibido, pois é um pecado enorme.”
Qual era a sanção então imposta por tal ofensa? Novamente, a paráfrase de The Living Bible reza: “A penalidade por atos homossexuais é a morte de ambas as partes. Elas a trouxeram sobre si mesmas.” (Lev. 20,13) Explanando a palavra “abominação” amiúde usada numa tradução literal deste versículo, The Amplified Bible fornece como alternativas “— perverso, desnatural, execrável e detestável”.
Destas duas referências torna-se evidente que o homossexualismo era plenamente entendido e praticado há quase 4.000 anos atrás. Também, que Deus tomou posição firme contra isso, no que dizia respeito à adoração verdadeira. Jamais foi um modo de vida aprovado por Deus.

Testemunho do Novo Testamento
Que posição tomou a primitiva Igreja cristã nesta questão importante? O apóstolo Paulo era honesto e direto ao falar sobre o homossexualismo. Eis o que ele disse, conforme registrado em 1 Coríntios 6,9-11, segundo a New International Version (Nova Versão Internacional):
“Não sabeis que os iníquos não herdarão o reino de Deus? Não sejais iludidos: Nem os sexualmente imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem varões prostituídos [grego: malakos], nem os ofensores homossexuais [grego: arsenokoites], nem ladrões, nem os gananciosos, nem os beberrões, nem os caluniadores, nem os vigaristas, herdarão o reino de Deus. E isso é o que alguns de vós fostes.”
Malakos provém da raiz “macio”. Metaforicamente, significa “afeminado”, e ‘neste mau sentido’, refere-se a uma prática de formas de lascívia sexual, conforme indica o Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), de W. E. Vine. Curiosamente, malakia é o grego moderno para “masturbação”.
Arsenokoites é usada de novo por Paulo ao escrever a Timóteo, em 1 Timóteo 1,10. As traduções naturalmente variam em suas versões — “homossexuais” (O Novo Testamento Vivo); “sodomitas” (A New Translation of the Bible, de James Moffatt) e “pervertidos sexuais” (A Bíblia na Linguagem de Hoje), à guisa de exemplo. Não resta dúvida de que os cristãos primitivos consideravam tais desvios, o homossexualismo e o lesbianismo, mui seriamente. Uma referência concludente aos escritos de Paulo, desta feita aos cristãos em Roma, explica por quê.
“Por causa disto, Deus os entregou a vergonhosas lascívias. Até mesmo suas mulheres trocaram as relações naturais pelas desnaturais. Do mesmo modo, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e ficaram inflamados com a lascívia de um para com o outro. Os homens cometeram atos indecentes com outros homens, e receberam em si mesmos a devida penalidade por sua perversão.” — Rom. 1,26-27, “Nova Versão Internacional”.
O relatório muito controvertido da Igreja Anglicana, Homosexual Relationships (Relacionamentos Homossexuais), comenta isto como segue: “O que Paulo quer dizer com ‘desnatural’ é ‘desnatural’ para a humanidade, no padrão da criação de Deus. Todo comportamento homossexual é uma divergência do projeto da criação de Deus e, nas palavras de certo escritor, ‘quando colocadas no contexto da criação, todas as relações homossexuais são relações desnaturais’.”
O relatório conclui: “Seja qual for a evidência que exista, ela parece claramente mostrar a condenação do comportamento homossexual. Para muitos, isto resolve o assunto. Eles sustentam que a Bíblia indica tão claramente a desaprovação divina de tal comportamento que deve estar errado em todas as circunstâncias, e especialmente para os cristãos, que reconhecem a Bíblia como uma coletânea inspirada de escritos que fornece orientações autorizadas para a conduta da vida humana.”

O que o Catecismo (CCE) tem a dizer:
2357 - A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.
As Escrituras Sagradas e o ensino da Igreja são bem claros. Embora muitos procurem justificar o modo homossexual de vida, os fatos bíblicos falam por si. Não é lógico que o Criador do homem saiba o que é melhor para ele? Não devíamos voltar-nos para a Fonte da vida a fim de aprender como levar uma vida que lhe seja agradável?
Com o passar dos anos, os verdadeiros cristãos têm tido o privilégio de ajudar considerável número de homossexuais a abraçar um modo mais feliz de vida, comportando-se dum modo que Deus aprova. Poderá receber esta ajuda, também.

O gigantesco obstáculo no caminho da agenda homossexual é a Santa Igreja Católica. Seu objetivo parece ser a de retratar a Igreja como sendo fora de sintonia com a realidade. Eles profanaram missas na Catedral de St. Patrick, em Nova Iorque, por cantarem alto e jogar preservativos durante Missa. Toda vez que o Papa fala sobre os males do preservativo é vaiado pela mídia como sendo um velho caturra que quer os homossexuais mortos. A verdade é que a Igreja tem doado milhões de dólares em cuidados de saúde gratuitos para  pacientes homossexuais com AIDS. A verdade é que o preservativo falha (a taxa de falha é de cerca de 15%). E os preservativos não protegem da saliva e sangue de feridas e as dores no corpo. A verdade é que a Igreja nunca vai dizer "tenha uma camisinha e divirta-se". O sexo fora do casamento entre um homem e uma mulher é sempre pecaminoso aos olhos da Igreja, não importa quão alto sejam as vozes são provenientes da comunidade homossexual e políticos liberais.  E se as relações homossexuais são tão  normais e boas, afinal, porque é necessária a camisinha?  Talvez porque elas não sejam normais, logicamente. Elas não levam à procriação, a principal razão Deus criou o sexo  ("Crescei e multiplicai-vos" - Ele disse em Gênesis 1,28). Os homossexuais têm de recrutar novos homossexuais para manter seu estilo de vida. Basta vermos como os homossexuais que se infiltraram no sacerdócio católico aproveitaram-se de coroinhas durante um período de 50 anos! ( John Jay Study )

Extraído de várias fontes e adaptado por Emerson.

1 comentários:

Larissa Mouzinho disse...

Gostei muito do artigo, muito mesmo. Só não gostei do final.. Deus criou o sexo principalmente para a procriação? O sexo também foi feito para o prazer do casal, o livro de Cantares é um ótimo exemplo.

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