Sessão "matilha cor-de-rosa": Jean Wyllys: “O texto bíblico (…) deve ser interpretado como um mito.”

sexta-feira, 8 de julho de 2011


O vídeo a seguir foi editado pela Frente Evangélica Nacional de Ação Social e Política e mostra um pouco do “amor” que os gayzistas manifestam pela porção conservadora da sociedade brasileira.



Prof. Israel, deputado distrital, diz que “os conservadores se reúnem todos os domingos à noite para levantar as suas ideias e suas mentiras”. Afirma que mentimos sobre a Marcha das Vadias – da qual só tomei conhecimento agora, pelo G1 -, sobre as marchas pela legalização da maconha, sobre as marchas gay e que nos aproveitamos da “dificuldade de engajamento político dos liberais”.
Mas que dificuldade de engajamento, cara-pálida? A mídia está TODA pronta para prestar auxílio a esses líderes do movimento gay. Quando acontece uma manifestação em favor da família brasileira em frente ao Congresso – e, diga-se de passagem, um número definitivamente alto de pessoas comparecem ao evento – os jornais emitem uma nota mínima no rodapé da primeira página (ou da última, para que ninguém leia, afinal, por que dar atenção a esses conservadores “homofóbicos”, não é?); agora, quando a turba de gayzistas se reúne para – é esta a expressão que eles gostam de utilizar – “celebrar a diversidade”, só falta o Jornal Nacional fazer uma edição especial, colorida, para parabenizar o movimento gay pela iniciativa. “Dificuldade de engajamento” é conversa-pra-boi-dormir.
Quanto às “mentiras” que por nós são pregadas sobre as tantas marchas liberais que andam crescendo em nossa nação, posso dizer, sem medo de errar, que tudo o que é dito não passa de uma grande verdade inconveniente. Porque é sim esdrúxulo pensar numa mulher que quer lutar contra o machismo se comportando como uma verdadeira “vadia” (quando pesquisas mostram que a forma como uma mulher se veste interfere decisivamente na maneira como ela é tratada pelo homem); é, sim, de arrepiar, ver o Supremo Tribunal Federal permitindo que seja feita apologia ao crime, como se banir a desordem fosse ferir o direito à liberdade de expressão; é, sim, revoltante ver gays zombando do Cristianismo com pôsteres imodestos, e depois uma nota de um líder gayzista dizer que “eles não tinham a intenção de ofender ninguém” (como se fôssemos idiotas para acreditar nessa mentira).
Todas essas coisas que somos obrigados a aceitar, no entanto, são pequenas diante da “sabedoria exegética” do deputado LGBT e ex-big brother, Jean Wyllys. “Essa pessoa não tem noção de que o texto bíblico não deve ser interpretado ao pé da letra, mas deve ser interpretado como um mito (?). (…) Porque se Deus criou Adão e Eva, isso mais ou menos pelos cálculos seria há seis mil anos atrás… Isso é incoerente. Porque há seis mil anos atrás os sumérios estavam inventando a cola.” Bom, que eu saiba, o sr. Jean não é teólogo, para começo de conversa. Além disso, quem é este homem para nos dizer como deve ser interpretada a Sagrada Escritura? Quem é este senhor, senão um inimigo do Magistério da Igreja, o único devidamente autorizado por Jesus para interpretar autenticamente sua Palavra? Que insensatez tamanha é esta de querer alegorizar toda a Bíblia, como se ela fosse um livro de valor meramente literário?
Chamam-nos de mentirosos e estúpidos; riem-se e debocham da religião cristã (como foi feito na última Parada Gay em São Paulo) e ainda querem nos dizer como a Igreja deve interpretar a Bíblia Sagrada. São uns zombeteiros desrespeitosos e que não merecem, enquanto organização instituída para derrubar a moral judaico-cristã, nenhum respeito.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Quem assistiu ao vídeo completo certamente pensou: Ora, mas será que ele não vai comentar os ataques daquela deputada petista à Inquisição? Bem, não precisa nem de muito conhecimento para saber que aquela história de “mais de 100 mil mulheres” mortas nos tribunais do Santo Ofício não tem fundamento histórico nenhum. Muitos dos ataques há muito feitos pelos inimigos da Igreja à Inquisição têm se baseado em preconceitos anticlericais. Quem quiser ter uma noção real do que verdadeiramente foi este tribunal eclesiástico, aproveite o material que disponibilizamos aqui no blog sobre o assunto.

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