Em apoio ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

terça-feira, 6 de março de 2012

 
No dia 27 de fevereiro de 2012, parte do clero e dos religiosos da Arquidiocese de Cuiabá (27 ao todo) emitiram uma "Carta Aberta" na qual se opõem – por motivos obscuros - ao reconhecido e sério trabalho evangelizador do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, e o caluniam de forma assustadora, chamando-o de "um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado" e que "não tem saúde mental" (sic), entre outras aberrações.

A carta, notadamente eivada de ódio e inspiração maléfica, tem por objetivo pressionar o Arcebispo de Cuiabá, Dom Mílton Antônio dos Santos,SDB, e a CNBB para que - mas letras da carta - "Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério (...) que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte", num desejo de censura ABSURDO e INFUNDADO.

Nós, filhos espirituais do Pe. Paulo Ricardo, simpatizantes do seu trabalho e todo o povo católico não podemos concordar que isso aconteça.
Seria uma perda INCOMENSURÁVEL para a Igreja no Brasil, e uma INJUSTIÇA medonha contra o Pe. Paulo Ricardo.

Por isso, com essa Petição Online, desejamos manifestar a Dom Milton, e a toda a CNBB, nosso apoio total e irrestrito ao Pe. Paulo Ricardo e ao seu benéfico trabalho de salvação de almas!

Assine e divulgue ao maior número de pessoas!

Deus lhe recompensará por defender a Justiça!








Para assinar clique aqui http://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395

3 comentários:

Franz Liszt disse...

Que Nossa Senhora proteja o Padre Paulo, para que essas "acusações" esquerdistas não lhe causem problemas que o levem a algum problema maior.

Hugo Hoffmann disse...

Com todo respeito aos irmãos católicos, assim como exsite (e muito) exagero e falta de amor em pastores que não refletem o amor e o caráter de Jesus Cristo, nosso Salvador, o referido Padre utiliza alguns termos desnecessários as vezes.

Emerson disse...

Eu entendo, Hoffmann e creio que você está se referindo quando ele menciona "protestantes" em alguns termos. Eu entendo mas creio que ele está se referindo mais aos anti católicos, os que usam de uma retórica neste sentido.
É claro que todos somos irmãos. O que admiro no pe. Paulo é sua fidelidade, hombridade e ortodoxia.

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