O que é anencefalia? Como a Igreja se expressa sobre isso? É uma questão puramente "religiosa"? Os cristãos estão extrapolando seu campo ao exprimirem suas opinões ou à luz da razão e da lei natural a vida deve ser protegida em todos os sentidos? É isso do que vou falar neste vídeo.
Com nomes que não poderiam soar mais católicos, os "eticistas" pró-aborto Alberto Giubilini e Francesca Minerva acabaram sendo, por aqui, defensores de Satanás no altar do infanticídio. Eles não gostam do termo "infanticídio" (aliás, quando esses secularistas e anticristãos gostam de que se revelem os verdadeiros nomes de seus crimes?). Eles preferem chamar o assassinato de "aborto pós parto."
O bebê, para eles, não é definido pelo que é (dentro ou fora do útero), mas pelo que os pais pretendiam que fosse antes do nascimento - um "feto" morto. Então, assim que o bebê deixa o útero da mãe é transformado de um feto em uma criança. Mas, soaria terrível para um especialista em ética, acima de todas as pessoas, justificar a matança um "bebê"; então, para mudar a terminologia, ou não dar ao bebê nenhuma identificação, basta chamar o "procedimento"de "aborto pós parto". E quanto ao abortado? Não são importantes para Alberto e Francesca. Todos eles vão dizer que a coisa que nasce é um "ele" ou uma "ela". Bebê? Pessoa? Infantil? Feto fora do útero? Deficientes recém-nascidos? Não é importante. Não tem direito à vida. Os únicos "direitos" aqui, de acordo com nossos "eticistas" australianos, são os direitos dos pais, a "família" (se houver), e - imagine só! - a "sociedade" não deve ser sobrecarregada. Sim, você pode ler suas próprios palavras desavergonhadas aqui , cuidadosamente colocadas por escrito. E eles são pagos por "iluminados" estudantes a sobre a questão da ética. Sim, eles são pagos para corromper as mentes vazias dos sem noção. Deus nos ajude.
Algumas informações históricas e documentais sobre o compromisso do PT com a legalização do aborto no Brasil, planejada internacionalmente. Por meio do nosso voto podemos dar outro rumo a esse plano. O vídeo está cheio de links para os documentos e muitas informações adicionais que mostram a real face do PT: uma aberração que defende a morte do mais indefeso e inocente dos seres humanos através de argumentos não só falsos, mas canalhas ao extremo.
O militante ateísta PZ Myers não é apenas "pró-escolha", mas ele disse que está "mesmo disposto a dizer" que é pró-aborto.
O site Evolution News and Views escreveu:
Myers novamente, sobre o aborto:
"O que está em jogo é um mero embrião. Isso não é nenhuma grande perda se for lavado e incinerado e eu não tenho qualquer ilusão sobre se isto é decidir o destino de uma vida humana - não é. Isto não é uma pessoa ... "
A horrível afirmação de Myers - de que 'não é nenhuma grande perda se for lavado e incinerado' ... Isto não é uma pessoa' - demonstra a vácuo moral dos novos ateus. Os novos ateus insistem que não há lei moral objetiva; a moral é nada mais do que uma adaptação evoluída, ou o que cada um de nós decidir, ad nauseam. No entanto, se não houver uma lei moral objetiva que transcende a vontade de poder do indivíduo, então é o poder, e não a justiça nem a misericórdia, nem mesmo o amor por um próprio filho, que governa a conduta humana. A moral ateísta se resume a isto: "... 'porque nós podemos'. Esse tem sido o código moral do ateísmo no poder há um século.(1)
Em 2011, Myers escreveu que, quando ele vê fotos de bebês mortos: "olho para eles com firmeza e só vejo carne".
O apologista cristão Mariano Grinbank escreveu em resposta a observações PZ Myers sobre o aborto:
Que figura trágica, que privação de tudo o que é humano e humanitário, que alma depravada, triste e doente: que produto do ateísmo.
Belos, saudáveis, inocentes e indefesos bebês humanos que foram brutalmente assassinados de maneira inimaginavelmente brutal e desumana, são por ele comparados a ratos, camundongos, cães, e partes do corpo amputadas. Aos seus olhos reducionistas isso tudo é apenas carne temporariamente animada. (2)
As observções de PZ Myers não são de estranhar dada a história do ateísmo em relação à questão do aborto. O artigo do Journal of Medical Ethics declarou a respeito do ateu e sadista Marquês de Sade:
Em 1795 o Marquês de Sade publicou seu La Philosophie dans le boudoir, em que ele propôs o uso do aborto provocado por razões sociais e como um meio de controle da população. É a partir deste momento que a aceitação médica e social do aborto pode ser datada, apesar de anteriormente o assunto não ter sido discutido em público em tempos modernos. Sugere-se que foi em grande parte devido aos escritos de Sade que o aborto induzido recebeu o impulso que resultou na sua subsequente disseminação na sociedade ocidental.(3)
O controle da população é baseado na pseudociência e mal fundada suposições econômicas.(4) Notas
1. http://www.evolutionnews.org/2010/11/pz_myers_on_abortion040971.html
2. http://www.examiner.com/christian-apologetics-in-albuquerque/pz-myers-best-reason-for-rejecting-atheism-murdered-babies-are-just-meat
3. http://jme.bmj.com/content/6/1/7.abstract
4. http://www.evolutionnews.org/2010/11/pz_myers_on_abortion040971.html
Por que desejaria uma mulher pôr fim à vida de um humano que está sendo desenvolvido dentro dela? A resposta talvez não agrade aos que são a favor do aborto. Mas o fato é que amiúde a raiz do problema é o egoísmo. É geralmente uma questão de fugir da responsabilidade.
Andrew Hacker, escrevendo para a revista Harper’s, frisou o seguinte: “Com efeito, por trás do aborto há um conflito social básico, sobre o qual não estamos preparados para discutir. O assunto é a relação sexual.” Para muitas pessoas o sexo é um importante passatempo. Querem desfrutá-lo plenamente, mas não querem a responsabilidade de cuidar da consequência natural do sexo — um bebê! O aborto é um método de controle de natalidade — um método muito doentio — usado não só no Japão, mas em muitas partes do mundo.
Muitas pessoas estão viciadas na busca de prazeres. Seu respeito pela vida é eclipsado pelo seu empenho egoísta pelo prazer sexual. A Bíblia diz: “Nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos” e “mais amantes de prazeres do que amantes de Deus”. Não é óbvio que essa situação prevalece em nossos dias? — 2 Timóteo 3,1-4.
Os proponentes do aborto usam certas expressões para encobrir a atrocidade real cometida. Falam de “produtos da concepção” e “conteúdo do útero”. O ato real do aborto é chamado de “interrupção da gravidez”. Procuram evitar a questão moral. Mas a verdade nua e crua é: O aborto é matar uma pessoa humana. Não faz diferença se a vida é eliminada no útero no período de 12 semanas a partir da concepção ou se é destruída por sufocamento 12 minutos depois de nascer! Não deixa de ser matar.
Na Grã-Bretanha, informa-se que, depois que um feto de 24 semanas foi abortado e viveu depois ainda 10 minutos, duas enfermeiras tiveram “horríveis pesadelos”. Algumas enfermeiras abandonaram a sua profissão depois de tais incidentes de abortos. Ver um feto abortado debater-se para sobreviver não é uma experiência agradável!
O que é, precisamente, um aborto? Um aborto provocado (diferente do aborto acidental) é a remoção deliberada de um embrião crescente ou foto da mãe antes de poder viver fora do útero. Um embrião se acha no estágio de desenvolvimento nos primeiros dois meses da gravidez; é chamado de feto depois disso.
A maioria dos países ainda possuem leis estritas sobre o aborto, considerando-o legal em pouquíssimos casos, tais como o de perigar a vida da mãe se ela continuar grávida. Os abortos por motivos não sancionados pela lei do país são considerados ilegais. Não podem ser realizados em hospitais aprovados. Assim, não raro são feitos por pessoas que não são bem aptas, sob condições de baixo padrão.
Como é realizado agora um aborto provocado “legal”? No início da gravidez, é usualmente feito de um dos dois modos. Um método é mencionado como “D e C” — dilatação e curetagem. Nesta operação, dilata-se a abertura do útero com pequenos instrumentos cirúrgicos chamados dilatadores até que haja uma abertura suficientemente grande para permitir a entrada de um instrumento chamado cureta. Com a cureta, o cirurgião raspa a parede do útero para desalojar o embrião.
Outro método que vem sendo mais amplamente usado foi inventado na União Soviética. Este emprega um pequeno tubo de sucção que opera bem parecido a um aspirador de pó. Suga o embrião da parede do útero.
Depois do terceiro mês de gravidez, o aborto é mais difícil, e perigoso. Talvez exija uma operação do tipo duma cesariana, o corte da parede do útero para remover o feto. Ou, uma solução salina talvez seja injetada através do abdômen para matar o feto e provocar o parto, que começa dentro de doze a trinta e seis horas. O feto é então expelido pelas contrações musculares.
Tais operações exigem cirurgiões experimentados, instalações e remédios que só os hospitais bem equipados podem prover. Todavia, a maioria dos abortos não são feitos sob tais condições, visto que a maioria são classificados como ilegais. Alguns dos métodos usados nos abortos ilegais pelas parteiras e abordadores amadores são revoltantes. Com freqüência resultam em mutilação e morte. O livro Birth Control (Controle da Natalidade) declara:
“Muitas delas são revoltantemente dolorosas, até mesmo hediondas, e a maioria delas visam simplesmente introduzir infeções no útero, que talvez matem o embrião — e a mulher também.”
DE 50 a 60 milhões de bebês por nascer morrem todo ano em abortos. Consegue imaginar o que esse número significa? Seria como dizimar semanalmente toda a população das ilhas havaianas!
É difícil reunir dados exatos porque a maioria dos governos não mantém registros meticulosos dos abortos realizados. E, onde o aborto é restrito ou ilegal, os especialistas podem apenas arriscar um palpite. Mas o perfil global do aborto é o seguinte:
Nos Estados Unidos, o aborto é o segundo mais comum procedimento cirúrgico, depois da amigdalectomia. Realizam-se anualmente mais de 1,5 milhão de abortos. A inequívoca maioria das mulheres não está casada — 4 em cada 5. A frequência de interrupção da gravidez entre mulheres solteiras é duas vezes maior que a freqüência com que dão à luz, ao passo que, em média, a freqüência com que mulheres casadas dão à luz é dez vezes maior que a freqüência com que abortam.
Nas Américas Central e do Sul — predominantemente católicas — as leis relativas ao aborto são as mais restritivas do mundo. No entanto, é enorme a quantidade de abortos ilegais, o que representa graves perigos para a saúde das mulheres. No Brasil, por exemplo, houve cerca de quatro milhões de abortos no ano passado. Mais de 400.000 das mulheres que abortaram tiveram de procurar tratamento médico devido a complicações. Na América Latina, cerca de um quarto de todas as gravidezes é interrompido.
Do outro lado do Atlântico, no continente da África, as leis também são rigorosas. É comum ocorrerem danos físicos e mortes, especialmente entre mulheres pobres que recorrem à ajuda de práticos.
Em todo o Oriente Médio, muitos países têm rigorosas leis escritas, mas o aborto ainda é amplamente procurado e conseguido pelas mulheres que podem pagar os altos custos.
A maior parte da Europa Ocidental permite o aborto em alguns casos, a Escandinávia sendo a mais liberal. O Serviço Nacional de Saúde da Grã-Bretanha mantém um registro de abortos desde sua legalização, em 1967. Observou-se a duplicação no número de abortos e um aumento em filhos fora do casamento, doenças sexualmente transmissíveis, prostituição e grande número de doenças do aparelho reprodutor.
A Europa Oriental, bem como as leis relativas ao aborto ali, acham-se em estado de contínuas alterações. Na ex-União Soviética, calcula-se que se realizam anualmente 11 milhões de abortos, dado que figura entre os mais elevados do mundo. Com escassos contraceptivos e carentes condições financeiras, a mulher mediana naquela região talvez se submeta a seis ou até nove abortos durante a sua vida.
Em toda a Europa Oriental, a tendência geral é para a liberalização. Um exemplo dramático é a Romênia, onde o regime anterior proscrevia energicamente o aborto e proibia a contracepção a fim de estimular o aumento populacional. As mulheres eram obrigadas a produzir a quota de pelo menos quatro filhos e, em 1988, os orfanatos romenos estavam superlotados de crianças abandonadas. Assim, desde que o governo revolucionário de 1989 eliminou as restrições ao aborto, 3 em cada 4 bebês são abortados, o maior índice da Europa.
A Ásia responde pelo maior número de abortos. A República Popular da China, com sua política de filho único e abortos compulsórios, encabeça a lista, com 14 milhões por ano.
No Japão, as mulheres decoram estatuetas com babadouros e brinquedos em memória de seus filhos abortados. O público encara com forte apreensão as pílulas anticoncepcionais, de modo que o aborto é o principal método de planejamento familiar.
Em toda a Ásia, e especialmente na Índia, a tecnologia médica tem criado uma situação embaraçosa para os ativistas dos direitos da mulher. Técnicas como amniocentese e ultra-sonografia podem ser utilizadas para determinar o sexo do bebê em estágios cada vez mais precoces da gravidez. A cultura oriental há muito dá mais valor a filhos do que a filhas. Assim, onde há fácil disponibilidade tanto de métodos de determinação do sexo como de aborto, abortam-se grandes quantidades de fetos do sexo feminino, o que desequilibra a proporção de nascimentos entre meninos e meninas. O movimento feminista está agora na posição paradoxal de, na verdade, exigir o direito da mulher de abortar fetos do sexo feminino.
O que a mãe sente
Como se dá com outras técnicas médicas, o aborto acarreta certa medida de risco e de dor. Durante a gravidez, o colo do útero, ou cérvix, fica hermeticamente fechado para manter o bebê seguro. Dilatar o colo do útero e inserir instrumentos pode ser doloroso e traumático. O aborto por sucção pode levar mais ou menos 30 minutos, durante os quais algumas mulheres talvez sintam dores de moderadas a intensas e cãibras. No aborto por solução salina, induz-se trabalho de parto prematuro, às vezes com a ajuda de prostaglandina, substância que dá início ao trabalho de parto. As contrações podem durar horas ou até dias e podem ser dolorosas e emocionalmente extenuantes.
Entre as complicações imediatas do aborto estão hemorragia, danos ou lacerações no colo do útero, perfuração do útero, coágulos sanguíneos, reação à anestesia, convulsões, febre, calafrios e vômitos. O perigo de infecção é especialmente alto quando pedaços do bebê ou da placenta ficam no útero. É comum a realização de abortos incompletos, de modo que talvez seja preciso uma cirurgia para a remoção de tecido em decomposição deixado no útero ou até do próprio útero. Estudos governamentais feitos nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha e na ex-Tchecoslováquia sugerem que o aborto aumenta muito as possibilidades posteriores de infertilidade, gravidez tubária, aborto espontâneo, parto prematuro e defeitos congênitos.
O ex-diretor nacional de saúde dos EUA, C. Everett Koop, comentou que ninguém fez “um estudo da reação emocional ou do sentimento de culpa da mulher que se submete a um aborto e depois deseja desesperadamente ter um filho que não pode ter”.
Os estudos sobre o aborto deviam ter incluído nos grupos de controle jovens cristãos castos que permanecem virgens por respeito à vida e às leis de Deus. Teriam constatado que esses jovens têm relacionamentos mais saudáveis, maior auto-estima e duradoura paz mental.
O que o bebê sente
O que sente o bebê que, aninhado em segurança no aconchego do útero da mãe, é subitamente atacado com força mortífera? Só se pode imaginar, pois essa história nunca será contada em primeira mão.
A maioria dos abortos é realizada nas primeiras 12 semanas de vida. Nesse estágio, o pequenino feto exercita a respiração e a deglutição, e seu coração já bate. Ele pode dobrar os dedinhos dos pés, fechar a mãozinha, revirar-se em seu mundo aquoso — e sentir dor.
Muitos fetos são arrancados do útero e sugados para dentro dum recipiente por um tubo de vácuo com extremidade pontuda. Esse processo é chamado de aspiração a vácuo. A possante sucção (29 vezes superior à potência dum aspirador de pó doméstico) dilacera o corpinho. Outros bebês são abortados por dilatação e curetagem, processo em que um bisturi em forma de alça raspa a parede interna do útero, fazendo em pedaços o bebê.
Fetos com mais de 16 semanas podem morrer pelo método de aborto por solução salina, ou envenenamento por sal. Uma longa agulha perfura a bolsa d’água, retira parte do líquido amniótico e o substitui por solução salina concentrada. À medida que o bebê engole e respira, enchendo seus delicados pulmões com essa solução tóxica, ele se debate e tem convulsões. O efeito cáustico do veneno destrói a camada superficial de pele, deixando-a em carne viva e engelhada. O cérebro pode apresentar hemorragia. Uma morte dolorosa talvez ocorra dentro de algumas horas, embora vez por outra, quando o trabalho de parto começa mais ou menos um dia depois, o bebê seja expulso ainda vivo, mas agonizante.
Se o bebê está desenvolvido demais para ser morto por esses métodos ou por métodos similares, resta uma opção: a histerotomia, incisão cesariana com objetivo desvirtuado, ou seja, pôr fim à vida em vez de salvá-la. O abdômen da mãe é aberto cirurgicamente, e quase sempre se retira o bebê ainda vivo. Ele talvez chegue até a chorar. Mas tem de morrer. Alguns são deliberadamente mortos por sufocamento, afogamento ou outros meios.
O que o médico sente
Por séculos os médicos têm aceitado os valores expressos no venerado juramento hipocrático que diz, em parte: “Jamais, para agradar alguém, prescreverei uma droga mortal, nem darei um conselho que possa causar a morte. Nunca darei a uma mulher um pessário para causar o abortamento. Preservarei a pureza . . . da minha arte.”
Que conflitos éticos confrontam os médicos que interrompem a vida no útero? O Dr. George Flesh descreve-o da seguinte maneira: “Meus primeiros abortos, como médico residente, não me causaram nenhuma aflição emocional. . . . Minha insatisfação começou depois de centenas de abortos. . . . Por que mudei? Logo no começo da minha carreira, um casal me procurou e solicitou um aborto. Visto que o colo do útero da paciente estava rígido, não consegui dilatá-lo para realizar o aborto. Pedi-lhe que voltasse uma semana depois, quando o colo do útero estaria mais maleável. O casal retornou e me disse que havia mudado de idéia. Realizei o parto sete meses depois.
“Anos mais tarde, brinquei com o pequeno Jeffrey na piscina do clube de tênis do qual seus pais e eu éramos sócios. Ele era feliz e bonito. Fiquei horrorizado ao pensar que um obstáculo técnico fora tudo o que me impediu de pôr fim à vida que o Jeffrey teria. . . . Creio que dilacerar um feto desenvolvido, membro por membro, simplesmente a pedido da mãe, é um ato de depravação que a sociedade não devia permitir.”
Uma enfermeira que deixou de ajudar em abortos comentou sobre seu serviço numa clínica de abortos: “Uma das nossas tarefas era contar os pedaços. . . . Se a moça vai para casa com pedaços do bebê ainda no útero, podem surgir problemas graves. Eu examinava cuidadosamente os pedaços para ter certeza de que havia dois braços, duas pernas, o tronco, a cabeça. . . . Tenho quatro filhos. . . . Havia um enorme conflito entre minha vida profissional e minha vida pessoal que eu não conseguia conciliar. . . . O aborto é uma questão difícil.”
“Adoro falar sobre aborto, planejamento familiar. Não é pra contrariar a Igreja Católica, mas pra ajudar as pessoas…” assim fala no vídeo o Bispo Edir Macedo, líder máximo da Igreja Universal do Reino de Deus, tocando em um assunto delicado no Brasil
Por Redação OGalileo
31/08/2010 09:27h
Segundo a Wikipédia um aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada. Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e conseqüentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras.
No Brasil o aborto é tipificado como crime contra a vida pelo Código Penal Brasileiro, prevendo detenção de 1 a 10 anos, de acordo com a situação.
O artigo 128 do Código Penal dispõe que não se pune o crime de aborto nas seguintes hipóteses: Quando não há outro meio para salvar a vida da mãe; Quando a gravidez resulta de estupro.
Em ano de Eleição, a polêmica do aborto e casamento homossexual também gera promessas de candidatos aos cristãos, como no caso de Dilma Rousseff que escreveu uma “Carta aberta ao povo de Deus” onde empurra para o Congresso Nacional a responsabilidade sobre estas questões.
“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele.” Eclesiastes 6:3, embasado neste versículo o Bispo Macedo fala sobre seu apoio ao aborto, e diz ser o aborto uma questão de inteligência, de razão e não de fé.
“Eu sou a favor do aborto sim, e digo isso em alto e bom som, e se eu estou pecando, eu cometo este pecado consciente, si!” diz o Bispo.
No vídeo, Bispo Macedo fala sobre sua opinião e em momento algum fala sobre seu apoio ao aborto como sendo regra da Igreja Universal e de seus membros.
Eu vim trazer para vocês o testemunho de um milagre, por meio do qual uma mulher se tornou santa: a santa Gianna Beretta Molla. Ela é pouca conhecida, mas mudou a minha vida. Aconteceu comigo o milagre que a levou à canonização.
Santa Gianna foi uma médica nascida na Itália. Ela sempre teve grande vontade de morar no Brasil, porque pretendia se unir ao irmão, padre Alberto, médico e missionário em nosso país. Este, com a ajuda de Francesco, seu outro irmão, que era engenheiro, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. Mas, por sua saúde frágil, ela foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi a vir ao Brasil.
Com essa situação, a santa italiana optou pela vocação matrimonial. Ela teve quatro filhos e dois abortos naturais. Na quarta gravidez, viu-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Apareceu-lhe um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero enfermo, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada: submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez.
Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gestação, suplica ao cirurgião para salvar a criança e , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da operação, agradece intensamente a Deus a salvamento da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isso não aconteça.
Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência Divina, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho. Deu entrada, no hospital, para o parto na Sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, nasce Gianna Emanuela. Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambas, na manhã de 28 de abril morre santamente. Tinha 39 anos. Para a Itália, que tem o aborto como uma prática legal, a história ficou muito conhecida. Ela deu a vida pela filha e, tempo depois, se tornou beata.
O Papa João Paulo II a compara com o Bom Pastor, que dá a vida pelas Suas ovelhas. Em defesa da vida, contra o aborto, ela investiu na família. E precisa de mais um milagre para se tornar santa.
Em 2000, conheci a história da beata Gianna. Eu era casada e já tinha três filhos. Nessa época, meu marido descobriu que tinha HIV. Passamos momentos difíceis, mas sempre em oração. Sempre acreditando que Deus nunca nos dá problemas que não podemos suportar. Por milagre, seis meses depois da descoberta da doença, os exames deram negativo. Nesse contexto, engravidei. No quarto mês de gestação, rompeu a minha bolsa e eu fui internada. Os médicos disseram que não havia como a criança sobreviver. Achavam que eu tinha de abortar, porque o feto, para a medicina, era considerado inviável. Naquele momento, a médica começou uma luta muito grande para que eu aceitasse [abortar] , porque corria risco de morte, mas não queria isso.
Apesar da fé que eu sempre professei, precisei fazer uma escolha. Era a minha vida que estava em risco por algo que ninguém acreditava. Mas se eu abortasse eu não estava sendo uma cristã. É muito fácil dizer que eu sou católica, mas não é fácil viver como Jesus. Eu era uma mãe com três crianças pequenas. Que mãe escolhe morrer e deixar três filhos pequenos? Confiei no Senhor!
Eu pedi a meu marido que fosse atrás de um padre para dizer a médica que a Igreja não aceita o aborto. Era no mesmo Deus ,que curou meu marido, que eu acreditava que ia salvar meu bebê! Apareceu um bispo na minha sala. Eu queria um padre, mas apareceu um bispo, o qual estava no hospital por outros motivos.
O bispo me me deu um livro da beata Gianna e rezou para que ela intercedesse pela minha cura junto a Deus a fim de que eu conseguisse o milagre para que ela se tornasse santa. Eu tomei posse e pedi para a doutora mais uma noite. Fui fazer o ultrassom, no outro dia de manhã, feliz, esperando o milagre. E, de repente, a médica disse que eu corria ainda mais riscos. Não sabia mais o que fazer para convencê-la de que eu acreditava no milagre.
À tarde, minha filha, que hoje tem 17 anos, me ligou e implorou para eu não morrer. Foi o momento mais difícil para mim. Era uma escolha muito séria. Mas eu continuei acreditando no Deus do impossível. A médica me mandou para casa e, três meses depois, no dia 31 de maio de 2000, marcou a cesariana. Eu sabia dos riscos, se ela sobrevivesse poderia ter várias sequelas. Para espanto de todos, eu tive a minha Gianna, perfeita! Sem nenhum problema! Agora, ela tem 10 anos. É esperta, muito cheia de fazer arte.
Ela não tem nenhuma sequela, porque Deus, quando faz o milagre na nossa vida, não o faz pela metade. Depois do parto, eu tive uma hemorragia muito intensa, fiquei entre à beira da morte, mas Jesus me salvou. Hoje, meu ministério é divulgar essa santa. O caso foi para o Vaticano e, em 2004, o Papa João Paulo II a canonizou. Estivemos diante do Sumo Pontífice vivendo este momento lindo. Gianna Beretta é a patrona da família!
Esta é uma charge de Mike Ramirez, ganhador do Prêmio Pulitzer do Los Angeles Times. A charge se chama "A ESCOLHA" e trata do RU 486, uma droga que provoca aborto.
Que efeito tem o aborto sobre a mulher? Fisicamente, a ameaça de mutilação, esterilidade e morte está sempre presente.
Nos EUA, diz-se haver uma morte a cada hora causada por um aborto mal feito. Na nação toda, calcula-se que 45 por cento das mortes maternais se devam a abortos ilegais. Na Jamaica, é a causa principal de todas as mortes nas maternidades. Na Colômbia, os abortos são a causa número um da morte entre todas as mulheres em idade de dar à luz.
Além dos efeitos físicos, há os efeitos mentais. A publicação Birth Control afirma: “Não parece haver dúvida de que, para muitas mulheres, o aborto é uma experiência traumática. Sem considerar a formação ou as crenças religiosas, há algo de repugnante na idéia de por fim, se não numa vida, pelo menos na promessa de vida”.
Os médicos suíços relatam que mais de 50 por cento das mulheres que fizeram abortos sofreram desfavoráveis reações psicológicas. E Newsweek observou o comentário de certa senhora, típica de muitas, que disse: “Creia-me, não há um homem que jamais conheça a agonia e a dor que uma mulher sente quando lança o feto num vaso sanitário e dá a descarga.” Certas mulheres cometeram suicídio por causa da sensação de culpa depois de fazerem um aborto.
Nem se acham as enfermeiras e os médicos imunes aos efeitos mentais. Na Inglaterra, onde os abortos são mais fáceis sob uma nova lei, o Daily Mirror, de 9 de março de 1970, comentou: “O conservador M. P. Norman St. John-Stevas disse . . . que as enfermeiras por todo o país estavam ficando cada vez mais revoltadas com os deveres de abortos. Houve casos de se ouviram bebês chorarem pouco antes de serem colocados nos incineradores.” E o Times de Nova Iorque, de 30 de maio de 1970, noticiou:
“Talvez o maior obstáculo que os pacientes abordadores provavelmente encontrem seja a relutância de muitos obstetras em fazer abortos de qualquer espécie, quanto mais abortos a pedido.
“‘É preciso que se compreenda’, disse destacado obstetra . . . ‘que os obstetras, por treinamento e experiência, estão condicionados a trazer nova vida ao mundo, e não a destruí-la. Para muitos de nós, sem considerar as objeções religiosas, os abortos simplesmente não são de nosso gosto.’
“A experiência que outros estados tiveram com leis liberalizadas de aborto indica que apenas uma minoria de médicos habilitados estava dispostos a ter parte nisso.”
Destruir a Vida?
É o aborto provocado uma destruição da vida? Foi assim que o chamou o médico citado acima.
A revista Ob. Gyn. News, a serviço dos obstetras e ginecologistas, publicou em 15 de maio de 1970 as observações do Dr. Frank J. Ayd, de Baltimore, a respeito das mães solteiras. Disse ele:
“Se continuar a tendência e se os abortos segundo os pedidos forem permitidos e aceitos por este grupo apenas [de mães solteiras], a classe médica matará mais estadunidenses no útero do que todas as nossas guerras já mataram. A cureta será mais poderosa do que a espada.”
Assim, muitos médicos consideram o aborto como eliminação da vida.
Outros talvez insistam que não se trata realmente de tirar a vida. Todavia, desde o momento da concepção, o que acontecerá à célula fertilizada no útero da mãe se não se interferir com seu crescimento? Tornar-se-á um bebê e, por fim, um humano adulto. É por isso que o Dr. Michael J. Halberstam, de Washington, D. C., EUA, disse sobre o feto:
“Seu futuro é ilimitado. Isto se enquadra tão bem no que sabemos sobre biologia molecular — o fato de que o feto recebeu seu inteiro potencial genético de RNA e DNA na concepção. . . . Não há dúvida de que o feto está ‘vivo’, embora em sentido especial. . . . Como médico, sei que vive e, como ser humano, sinto reverência por ele.”
Seria assassinato matar um bebê um mês depois de nascer? Seria assassinato se o bebê tivesse um só dia? Um minuto? Qualquer pessoa que tirasse a vida destes bebês poderia ser acusada de homicídio.
Mas, que diferença real existe entre o bebê de apenas um minuto de vida e o que está a apenas um minuto de seu nascimento? Mesmo que ainda falte um dia, ou uma semana, ou um mês ou mais para seu nascimento, ainda pode nascer como humano.
Não podemos fugir do fato que, desde o momento da concepção, começou uma nova vida humana. Não há dose alguma de argumentos ‘sofisticados’ que possam eliminar a verdade de que normalmente se tornaria um adulto, caso permitissem isso.
Ademais, quando uma pessoa concorda em fazer um aborto, ele ou ela afirma que uma pessoa tem mais direito à vida do que outra. Mas, foi isso o que Hitler disse, e, assim, assassinou 6.000.000 de judeus e milhões de outros. A sociedade o condenou como um assassino louco. Todavia, mais de 30.000.000 de vidas são tiradas cada ano por meio de abortos!
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Muhammad's quest to marry Zaynab involved multiple prophecies and touched
many lives. Here we learn about his special relationship with Zayd, his
not-so-...
TE DEUM LAUDAMUS
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Dignai-Vos, Senhor, neste dia, livrar-nos do pecado.
Tende piedade de nós,
Senhor, tende piedade de nós.
Desça sobre nós a vossa misericórdia,
Porque e...
Julio Severo's death and urgent help needed
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Julio Severo's death and urgent help needed
I want to introduce myself
My name is Sarah. I am Julio's widow.
Many people don't know about Julio's death, oth...
Morte do Julio severo e pedido de ajuda
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Morte do Julio severo e pedido de ajuda
*Eu quero me apresentar*
*Meu nome é Sarah eu sou viúva do Julio.*
*Muitas pessoas não sabem sobre a morte do Julio,...
Acessem minha nova livraria e editora!
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Olá, irmão(a) católico(a). Estou aqui para convidar você a fazer parte da
minha pequena livraria que estou iniciando. O nosso primeiro lançamento é o
...
Concurso de presépios do Salvem a Liturgia 2019
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Presépio é uma obra de arte sacra, composta de figuras de materiais
diversos, que representa o estábulo de Belém e as cenas relacionadas com o
nascimen...
Em resposta à mente delirante de Roger Scar
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Neste dia 11/11 saiu uma matéria vergonhosa do jornalista Diego Toledo,
para o UOL, dizendo que “ex-colaboradores afirmam que MBL orientava ataques
na Inte...
Novo endereço do Observatório Bíblico
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[image: O Observatório Bíblico está em novo endereço]
O Observatório Bíblico está agora em novo endereço:
*https://airtonjo.com/blog1/*
Você será automat...
Aula 15: As religiões chinesas - Confucionismo
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O curso
A *aula 15* é a segunda dedicada às religiões do ramo extremo-oriental e
foca de modo mais específico nos elementos místicos da tradição chinesa
...
A fé dos cientistas
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A ciência propriamente dita assume pelo menos 4 coisas: 1. A uniformidade
da natureza, que leva os cientistas a assumir que o futuro vai ser como o
passado...
Imigração à beira de destruir a Suécia
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O paraíso feminista, secularista, multicultural e anti-Cristão com o nome
de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da
mundialmente ...
Atividades Suspensas
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Período Conturbado. Troca de contrato de fornecimento e muito corre-corre
pra atender dois senhores. Volto logo.... Antes da queda da dentuça...
La Resurrección y la teoría de las alucinaciones
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*Entre los intentos por desacreditar la figura de los creyentes en Cristo y
su Resurrección, figura la llamada “teoría de las alucinaciones”. *
*Al ma...
Novo Blog!
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Este blog mudou para http://VitorGrando.wordpress.com !
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Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga,
Wolfhart Pannenberg
Jual Kursi Kantor Staff di Jakarta Selatan
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*Jual Kursi Kantor Staff di Pancoran *
Jual kursi kantor staff di Pancoran akan menjadi solusi terbaik dan mudah
bagai kantor yang mencari kursi kantor s...
Textos nacionistas
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Artigos nacionistas de José Octavio Dettmann (2015-07-20) José Octavio
Dettmann – 01 – Uma economia sustentável pede uma vivência sustentável
(2015-07-20) ...
Uma merecida despedida
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Caros amigos e leitores,
São Paulo, o Apóstolo das Gentes, escreveu em uma de suas cartas à
comunidade dos cristãos de Corinto a seguinte afirmação: “Qua...
A ascensão do ISIL e a atual crise do Oriente Médio
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O presente cenário no Oriente Médio tem gerado confusão entre muitos
ocidentais. É um número tão grande de facções, divisões e seitas que a
imagem fica ain...
The Historical Word of GOD in glorious form!
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*I would be hard pressed to convince if I were told that this one book
would change my studies and help enhance my love for the written Word of
GOD. I woul...
Fim
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As atividades deste blog bem como a página de mesmo nome no Facebook estão
encerradas.
A burrice presente na internet só não é superada pela minha falta de...
O Homem que era Quinta-Feira
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Por Martin Gardner
Tradução de Mateus Leme
Publicado e traduzido o site: Book Sand Culture
O Homem que era Quinta-feira, uma obra-prima de G. K. Chesterton...
Não gostamos da evangelização cristã!
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As pessoas não entendem direito porque os cristãos as evangelizam. Pensam
que é apenas uma imposição de crenças, que nós queremos apenas provar nosso
pont...
Hoje na história mórmon - 29 de fevereiro
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O que aconteceu no 29 de fevereiro na história mórmon:
1844
Moses Smith e Rufus Beach ofereceram para se juntar à expedição que
pretendia explorar Oregon.
...
Maharaja
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I have learned from past years that when I said I was going to do something
new for Ancient Scripts in the new year, I ended up not get to do them
because ...
PEDRO CRUCIFICADO DE CABEÇA PARA BAIXO
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*A ACUSAÇÃO COMUM:*
É completamente infundada e absurda a Tradição católica que afirma que o
Apóstolo Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.
*A VERDA...
patrickmadrid.com is the new home for this blog
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At the urging of a priest friend of mine, Father Bud, I first launched this
little blog back on *November 8th, 2008*, and had no idea whether my
musings h...
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HÁ ALGUMA COISA NOVA DEBAIXO DO SOL
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O presidente da República é homem de sete instrumentos, ou de 70, quem
sabe. Ele canta, assobia, dança, toca piano, sopra flauta, maneja o
violino, discurs...
Sou apologista cristão, ilustrador e desenhista. "Sentire cum Ecclesia" é um termo que foi cunhado por Santo Inácio de Loyola - o fundador dos jesuítas. Significa "Pensar com a Igreja..."
Este é um blog "no Espírito de Bento XVI". Discuto Teologia Católica, ecumenismo, as relações inter-religiosas, história, liturgia, filosofia e temas que são quentes no mundo eclesiástico! Por favor, comente - com mansidão e reverência! Imagine o seu tempo aqui sentado à minha mesa depois do jantar, enquanto a garrafa de vinho do porto está sendo servida. Nb. Você deve dar seu nome e endereço de e-mail (não será mostrado) para enviar mensagens. Seu primeiro post terá de ser aprovado pelo dono do blog . Depois disso, você pode enviar quantas vezes quiser (a menos que você quebre as regras de etiqueta, e então eu o coloco na "lista negra". Você foi avisado!) Nosso lema a este blog é: "examinai todas as coisas, retende o que é bom" (ITs. 5,21)