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Sessão "como ser uma Testemunha de Dawkins": Matt Dillahunty "humilha" Craig

terça-feira, 17 de janeiro de 2012



Vendo mais essa "pérola" do Dillahunty não deixei de ficar perplexo com as próprias alegações do bufônico apresentador do Atheist Experience. Primeiro, antes de mais nada quero dizer que debates entre ateístas e cristãos sempre existiram. Isso não é novidade. E a III Guerra Mundial nunca surgiu por causa disso. A questão é uma pequena pessoa que surgiu nesse meio: Dawkins.

O ex-biólogo etólogo agora "turnado" ateísta militante-mor passou a ideia para seus seguidores de que, mais do que trazer paz e concórdia ao mundo, sua missão é ridicularizar toda forma religiosa como virulenta, maléfica e hostil para a sobrevivência para a humanidade pois, o cristianismo, ele diz, não trouxe nada de bom para a humanidade. E a bola é quadrada.

Pois bem, com esse "ensino" em mente, não é à toa que uma nova onda surgiu: os neoateístas. Ora, Emerson, mas isso também não te faz um "neoteísta"? Não, querido, pois a apologética cristã sempre foi a mesma. A única diferença é que agora temos que responder à altura do desafio que eles propõe. São radicais, agressivos, convencidos de que o naturalismo e a ciência extirparam Deus do pensamento humano mas...

Mas e quanto ao versículo em lume? Muitos têm criticado esta ação. Outros reconhecem com humildade que dificilmente cabe a humanos imperfeitos pretender julgar a Deus. (Veja Ez 18,29.) Eles têm o desejo de entender o modo de proceder de Deus. O que aprendem?
Este registro mostra claramente que todas as pessoas são responsáveis perante o Criador da humanidade, Deus, quer professem crer nele, quer não. Mostra que Deus é paciente, mas não fecha os olhos à transgressão. (Gên 15:16) Torna claro que Deus deixa a responsabilidade por filhos pequenos recair sobre os ombros dos seus pais; ele não isenta dela os pais, no sentido de permitir que estes achem que suas ações afetam apenas a eles mesmos. (De 30,19; Jos 10,40) Mostra também que todos os que se desviam do seu mau caminho e adoram a Deus podem ser poupados à destruição. — Jos 6,25; 9,3-10,1.
A Bíblia identifica claramente as práticas iníquas a que os habitantes de Canaã se entregavam. O Manual Bíblico (de Henry H. Halley, 1987, p. 157) conclui: “Alguns arqueólogos que têm escavado as ruínas das cidades dos cananeus admiram-se de Deus não os haver destruído há mais tempo.” A lição é evidente: Deus não tolera para sempre a iniquidade.

Se você perguntar qual é a "moral ateísta", que fundamentos eles podem dar? Como podem ser tão obtusos para julgar as supostas ações más de Deus no AT mas ao mesmo tempo dizer que "a moral é relativa"? Ora, se é, então eles não tem moral alguma para julgar ninguém.

Eis que nos deparamos com Matt Dillahunty, o risonho gordinho à direita do vídeo. Nada que sou contra os ateístas ou qualquer um se manifestar, mesmo eu. Direito de expressão com respeito é algo básico but, alegar que "os apologistas cristãos inventam evidências" e "os cristãos confiam em outros para responder suas questões". Pôxa. Mas o mesmo não pode ser dito dos neoateístas? Eles também não confiam em outros para aceitar sua crença em elementos derivados de seu ateísmo? Quem aceita como verídico o fato de Dawkins dizer que Deus "é o maior genocida, assassino da ficção" e não menciona Galactus? Quem não dá ares de riso ao ver Dawkins indo contra a moral cristã e ao mesmo tempo inventar sua própria versão dos Dez Mandamentos? Simples.

 5:01 Velho Dilema de Eufífron, Matt? Beleza mas, precisa ser tão sarcástico? Eu posso não concordar com essa opinião partircular de Craig que, aliás, pode ser opinião pessoal dele e não preciso concordar com tudo mesmo com ele mas o que me irrita é esse convencimento e ar de "superioridade" desses caras.
 
Os neoateístas ficam irritados quando são respondidos. Isso, eles não aceitam com esportiva.

O fundamentalismo doentio de Daniel Sottomaior

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


Na página inicial da ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), Daniel Sottomaior lança seu show de ilusionismo, quase hipnótico. Milton Eriksson, um dos promotores da ressignificação, iria adorar. Para mim, é apenas um passatempo de busca de trucagens.

Como agnóstico, posso dizer com gosto que essa figurinha nem de longe me representa. E no dia em que eu precisar de representação deste nível, a coisa vai estar feia. E bota feia nisso.

Mas voltando ao texto, que foi publicado na Folha de São Paulo, sob o título “O fundamentalismo nosso de cada dia nos dai hoje”.

Segundo Ives Gandra, em recente artigo nesta Folha (“Fundamentalismo ateu”, 24/11), existe uma coisa chamada “fundamentalismo ateu”, que empreende “guerra ateia contra aqueles que vivenciam a fé cristã”. Nada disso é verdade, mas fazer os religiosos se sentirem atacados por ateus é uma estratégia eficaz para advogados da cúria romana. Com o medo, impede-se que indivíduos possam se aproximar das linhas do livre-pensamento.

Sottomaior afirma que “não é verdade” a afirmação de que “fundamentalistas ateus” estariam empreendendo “guerra ateia contra aqueles que vivenciam a fé cristã”.

Claro que é verdade, em todos os níveis. O ateísmo de Richard Dawkins é um ateísmo focado em retórica de ódio contra os religiosos. Neste texto, “A Retórica do Ódio – Parte 1 – O Enigma do Ódio” (aliás, preciso dar sequência a esta série), Sam Harris diz o seguinte: “Então, ridicularização pública é um princípio. Uma vez que você deixa de lado o tabu que é criticar a fé e exige que as pessoas comecem a falar com sentido, então a capacidade de fazer as certezas religiosas parecerem estúpidas fará nós começarmos a rir na cara das pessoas que acreditam aquilo que Tom DeLays, que Pat Robersons do mundo acreditam. Nós vamos rir deles de uma maneira que será sinônimo de excluí-los do nossos salões do poder.”

Só isso já refuta a simulação de inocência de Sottomaior. Lembremos a afirmação “não há guerra de ateus contra religiosos”. Com certeza há. Uma guerra cultural. E mostrei provas.

Agora, a coisa começa a ficar mais divertida, e realmente confesso que ele se empenhou em combinar vários truques de uma vez:

É bom saber que os religiosos reconhecem o dano causado pelo fundamentalismo, mas resta deixar bem claro que essa conta não pode ser debitada também ao ateísmo.

É aqui que vou começar a mostrar a vocês o que é CONTROLE DE FRAME, e como essa é uma técnica que os esquerdistas DOMINAM, e que, se quisermos esmagá-los em debates, temos que dominar também. (Não significa que tenhamos que falsificar conceitos como eles fazem, mas sim saber demolir cada tentativa de falsificação e colocá-los em seus devidos lugares)

O Controle de Frame é a arte de DOMINAR o uso das ressignificações a seu favor. Simples assim. E as ressignificações são “métodos utilizados em neurolingüística para fazer com que as pessoas possam atribuir ‘novo significado’ a acontecimentos, fatos ou conceitos pela mudança de sua visão de mundo.”

A essência do texto do Sottomaior é o uso da ressignificação. E ele fará várias vezes.

Vejamos. Ele tenta modificar o fato real, que é o “ataque de vários neo ateus a religiosos” (o que já está mais do que comprovado) e ressignifica para “fazer os religiosos se sentirem atacados por ateus”. Neste caso, seria o Ives Gandra o culpado.

Se aceitarmos a idéia de Sottomaior, ele controlou o frame. E está obtendo benefício com isso.

No caso de alguém refutar o texto dele na Folha, bastaríamos reverter a tentativa dele controlar o frame. Basta mostrar o fato dizendo que não é preciso “fazer religiosos se sentirem atacados por ateus”, e daí em diante só mostrar as evidências de que os ataques ocorrem.

Mas existem mais tentativas dele, como abaixo:

Os próprios simpatizantes dos fundamentos do cristianismo, que pregam aderência estrita a eles, criaram a palavra “fundamentalista”. Com o tempo, ela se tornou palavrão universal. O que ninguém parece ter notado é que, se esses fundamentos fossem tão bons como querem nos fazer crer, então o fundamentalismo deveria ser ótimo!

Nova tentativa de controlar o frame!

Notem que ele pegou a expressão “fundamentalista”, que é aderência aos princípios fundamentais, e RESSIGNIFICOU para o termo “fundamentalista” usado por anti-religiosos para definir aqueles “fanáticos por uma crença a ponto de atacarem o outro grupo”.

Até o momento temos o significado original de fundamentalismo, que pode ser aplicado tanto a ateus quanto a religiosos, que é “aderência estrita a fundamentos”. Ou seja, pode-se estar aderente ao fundamento da não existência de Deus ou até da dúvida da existência em Deus, ou aderente ao fundamento da existência de Deus, ou mesmo da ressurreição de Cristo. Quer dizer, basta existir um paradigma, e aderência a este paradigma, para alguém poder ser fundamentalista. Isso no sentido ORIGINAL da expressão!

Entretanto, o sentido pejorativo, aquele usado por neo ateus, foi USADO DA MESMA FORMA por Ives Gandra.

Marotamente, Sottomaior finge não perceber isso, e começa a tentar confundir o leitor.

Veja a sequência:

Reconhecer o fundamentalismo como uma praga é dizer implicitamente que a religião só se torna aceitável quando não é levada lá muito a sério, ideia com que enfaticamente concordam centenas de milhões de “católicos não praticantes” e religiosos que preferem se distanciar de todo tipo de igrejas e dogmas.

Uau! Nova tentativa de controlar o frame.

Para facilitar, vamos utilizar duas siglas aqui: S1, para significado original de fundamentalismo, e S2, para significado pejorativo.

Em S1, temos o significado de alguém aderente a determinados princípios. Em S2, um grupo que é aderente aos seus princípios de maneira tão doentia a ponto de odiar qualquer outro que não é aderente a ele. Ou seja, islâmicos que odeiam cristãos, cristãos que odeiam islâmicos, evangélicos que odeiam católicos, católicos que odeiam evangélicos e… ateus que odeiam religiosos. Simples assim.

O truque de Sottomaior é exatamente o seguinte: no momento em que Gandra atribui aos neo ateus o significado S2, ele finge que na verdade o significado era o S1, que é a simples aderência a uma crença. E então simula que Gandra “reconhece o fundamentalismo como uma praga”. A partir daí só surgem desonestidades como fingir que o religioso teria dito que “religião só se torna aceitável quando não é levada muito a sério”.

Mas na verdade Ives Gandra não criticou o fundamentalismo S1, somente S2.

E notem que Sottomaior não cansa das trucagens, logo a seguir:

Já o ateísmo é somente a ausência de crença em todos os deuses, e não tem qualquer doutrina. Por isso, fundamentalismo ateu é um oximoro: uma ficção ilógica como “círculo quadrado”.

Se vocês observarem, ele tenta controlar o frame a favor dele sempre ressignificando. Espero que, na quarta vez em que mostro o truque em um único texto, vocês já tenham pego o “jeitão” da coisa. Não há algo de intelectual a ser analisado no discurso neo ateu, e sim um exercício de puzzle no qual temos que achar os truques por parágrafo. Não há parágrafo sem truques extremamente desonestos.

Veja, com atenção, esse exemplo sintomático: ele tenta enganar o leitor dizendo que ateísmo é “ausência de crença em todos os deuses” e “sem qualquer doutrina”. Mas Gandra não se referia “aos ateus”, mas aos “ateus militantes”. Esses é que foram chamados de fundamentalistas ateus.

Ora, se ateísmo é só “ausência de crença em todos os deuses”, uma ressignificação igualmente desonesta poderia ser feita para dizer que teísmo é só “ausência de crença em no discurso central ateísta”. Logo, duas expressões “ausência de crença” poderiam ser similares e todo mundo então não teria CRENÇA ALGUMA, bastaria ressignificar.

Vejam a que nível ele chega.

Mas, quebrando a tentativa de controle de frame dele, o fato é que é ateísmo é tanto “ausência de crença em deuses” como teísmo é “ausência de crença no centro do discurso neo ateu”. Uma maneira ressignificada e desonesta de dizer “eu não acredito em Deus” e, respectivamente, “eu acredito em Deus”.

Que neo ateus tenham feito tal ressignificação e a utilizem como mantra já é sintomático de que neo ateus são sim fundamentalistas do tipo S2, exatamente aqueles denunciados por Ives Gandra.

Vamos seguir:

Gandra defende uma encíclica papal dizendo que “quem não é católico não deveria se preocupar com ela”. No entanto, quando ateus fazem pronunciamentos públicos preocupa-se tanto que chama isso de “ataque orquestrado aos valores das grandes religiões”. Parece que só é ataque orquestrado se for contra a religião. Contra o ateísmo, “não se preocupem”.

Se existem vários grupos neo ateus juntos para tentar tirar crucifixos das repartições públicas, obviamente esse é um “ataque orquestrado”, e novamente Ives Gandra está correto, ao contrário de Sottomaior. Como não tem evidência de “inexistência de ataque orquestrado”, ele inventa um factóide, tentando simular que para Ives Gandra está ok “ataque orquestrado contra ateísmo”. Mas não existe nada disso no texto de Gandra.

Aqui não há ressignificações mais, e sim apenas uma mentira. É o tal negócio. Se neo ateu não faz truques, então apela para a mentira. Sempre é assim.

Mais:

Aparentemente, para ele os ateus não têm os mesmos direitos que religiosos na exposição de ideias.

Mais uma vez, ele tenta inventar uma intenção que não existe em Ives Gandra. Na verdade, neo ateus tem pleno direito de expor suas idéias. O que parece é exatamente o oposto. Sottomaior parece achar que os religiosos não tem o direito de expor suas idéias. Mesmo quando estes reconhecem fatos cabais, o de que ateus raivosos estão unidos contra a religião e, por isso, é natural que os religiosos se conscientizem disso.

Sigamos:

A religião nunca conviveu bem com a crítica mesmo. Já era hora de aprender. Se há ateus que fazem guerra contra cristãos, eu não conheço nenhum. Nossa guerra é contra ideias, não contra pessoas.

Mas o que vimos é exatamente o contrário. É Sottomaior, neo ateu, que não está convivendo bem com a crítica de Gandra, e escreveu um dos textos recordistas de desonestidades da Internet.

Desesperadamente, ele diz que “não conhece nenhum” ateu em guerra contra cristãos, o que é evidência anedota, e, pior, vindo da parte interessada. É um discurso tão válido quanto o Nem, traficante preso no morro, dizer que “não vi nenhum tráfico de drogas ocorrendo aqui”. Sinceramente, Sottomaior, está cada vez mais fácil te desmascarar!

Em seguida, ele diz que a guerra é “contra idéias”, não “contra pessoas”, mas o discurso de Sam Harris, apoiado em uníssono pelos neo ateus, diz exatamente o oposto. A ridicularização é “contra pessoas ” para “tirá-las dos círculos do poder”. Portanto, a alegação de inocência de Sottomaior vai para o ralo de novo.
O show não pára:

Os ateus é que são vistos como intrinsecamente maus e diuturnamente discriminados pelos religiosos, não o contrário. Existem processos movidos pelo Ministério Público e até condenação judicial por causa disso.

Não existem evidência de que “ateus são vistos como intrinsecamente maus” em maior quantidade do que “teístas são vistos como intrinsecamente maus” pelos grupos adversários. Aqui, é alegação sem evidências. Não serve.

E o fato de “processos movidos” ou “condenação” não dá nenhuma evidência de que exista maior discriminação de religiosos contra ateus do que de ateus contra religiosos.

Quer dizer, o ceticismo já não existe mais em Sottomaior… Ele vai alegando, alegando, inventando factóides, e resta a ele torcer para não ser questionado. Para ele, é uma pena que estou aqui…

Mais:

O jurista canta loas ao “respeito às crenças e aos valores de todos os segmentos da sociedade”, mas aqui também pratica o oposto do que prega: ele está ao lado da maioria que defende com entusiasmo que o Estado seja utilizado como instrumento de sua própria religião.

Aqui é de novo tentativa de ressignificação. O fato de preservar os valores da religião majoritária, e que é base cultural para um país, NÃO IMPLICA usar o estado como instrumento da religião. Pelo contrário, a preservação de valores não interfere no estado laico. *bocejos*

Agora ele apela ao drama:

Para entender como se sente um ateu no Brasil, basta imaginar um país que dá imunidade tributária e dinheiro a rodo a organizações ateias, mas nenhum às religiosas; que obriga oferecimento de estudos de ateísmo em escolas públicas, onde nada se fala de religião. Um país que assina tratados de colaboração com países cuja única atividade é a promoção do ateísmo; cujos eleitores barram candidatos religiosos; que ostenta proeminentes símbolos da descrença em tribunais e Legislativos (onde se começam sessões com leitura de Nietzsche) e cuja moeda diz “deus não existe”.

É nesse ponto em que eu vejo que diferença fez eu ter aprendido na infância que é importante ter VERGONHA NA CARA. Além disso, ter DIGNIDADE e HONRA.

Sottomaior parece não entender características assim. Meu caráter, por exemplo, mostraria que se eu fosse teísta e estivesse em um país de cultura ateísta, NÃO IRIA DAR A MÍNIMA. O raciocínio de alguém minimamente digno seria: “é a cultura deles”.

Estou em um hotel esses dias, e vi uma Bíblia aqui. Não fiquei choramingando pelos cantos e pensei: “é a cultura da região”.

Eu não sou nem ateu e nem teísta, e não me incomodo em ver pessoa cantando músicas religiosas em um país de cultura cristã, da mesma forma que não me incomodo em ver uma moeda dizendo “Deus não existe” em um país de cultura ateísta.

Se ele se sente mau em viver em um país de cultura cristã, isso é um PROBLEMA DELE, que teria sido resolvido com uma educação de qualidade oferecida pelos pais dele. Com uma educação baseada em valores de qualidade, ele talvez aprenderia a respeitar a cultura dos outros, principalmente se esta cultura fornece as bases de um país.

Mas é uma ilusão achar que esquerdistas entendem o significado de coisas como honra e dignidade.

A conclusão dele não poderia ser mais pífia:

E depois os fundamentalistas que fazem ataque orquestrado somos nós.

Claro que é um fundamentalista. Mas não apenas o fundamentalista de aderência aos princípios do ateísmo. Sottomaior é fundamentalista do pior tipo, do tipo a que Ives Gandra se referia.

Isso não é um problema dos ateus, mas sim um problema dos neo ateus e humanistas seculares.

Sottomaior tem tamanho ódio dos religiosos que mente sem parar e executa truques em ritmo de bate-estaca (como mostrei aqui, só de ressignificação foram umas 5 ou 6 tentativas, todas absurdamente desonestas).

E, com a maior cara de pau, ainda tenta se fazer de “coitadinho” ou “vítima de opressão”. Opressão esta que não existe. Pois, se existisse o mínimo traço de opressão a “neo ateus”, Sottomaior teria tomado uma cuspida no olho, no mínimo, por ser tão desonesto.

Mas essa desonestidade patológica que esmiucei neste texto é um sintoma óbvio que ele é um fundamentalista. Do tipo mais perigoso.

Fonte: Luciano Ayan

Ateísmo e moralidade: o espantalho criado pelos humanistas

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Richard Carrier, um conhecido ateu americano, escreveu uma refutação ao livro "Escalando a cidade secular", de J. P. Moreland no Infidels.org que pode ser encontrada aqui. Christian Cadre escreveu uma série de refutações a Carrier que podem ser vistas aqui, aqui e aqui. Interessante que há até sites de testemunhos de humanistas mostrando suas histórias de "sendo bons sem Deus".

Está muito em voga no meio neoateísta dizer que os religiosos ficam lhes afirmando que não se pode ser bom sem Deus. Até alguns neoateístas tentaram dar uma resposta a isso no Youtube.

Na realidade, eu nunca ouvi qualquer cristão afirmar que "as pessoas não podem agir moralmente sem a crença em Deus." De fato, eu pesquisei no Google a frase "os ateus não podem agir moralmente" e não encontrei nada escrito por qualquer "religioso" nas primeiras páginas, que mantivesse essa posição. Em meu próprio trabalho apologético, o Logos, eu não tomo essa posição e várias vezes declarei exatamente o oposto.

É claro que eu não li todo mundo, e provavelmente existem algumas pessoas que fazem este argumento tolo. No entanto, eu acredito que a visão sendo criticada na Rede de Notícias Humanista é um pouco comum ou generalizada - pelo menos nos círculos cristãos. Em vez disso, o argumento que os cristãos fazem não é que os ateus não podem ser pessoas morais, mas eles não têm base firme filosófica para agir moralmente ou até mesmo para determinar o que é moral em qualquer noção absoluta da palavra. Esse é o argumento de que é feito e debatido relacionados ao ateísmo e da moralidade - não algum argumento bobo de que os ateus não podem agir moralmente.

Há qualquer grupo cristão organizado ou qualquer pensador muito respeitado realmente alegando que os ateus não podem agir moralmente? Eu duvido. Parece-me que se alguém está criando um argumento homem de palha são os humanistas, principalmente na pessoa do sr. Daniel Sottomaior.

Pior do que tudo isso é verem ateus usando Datena (!) como modelo de "cristão" para malharem a fé cristã. Eu discordo do Datena quando ofendeu os ateus. Nós, cristãos, também temos ojeriza a grupos radicais que discriminam e tem preconceito contra ateus. Não se pode usar atos de pessoas isoladas, que não falam pela Igreja e pelos cristãos conscientizados, contra o cristianismo, sendo que a fé cristã nunca ensinou que ateus são maus, imorais ou indecentes, só porque "não creem em Deus". Portanto, o Logos também abomina e reprova qualquer atitude de preconceito e discriminação contra ateus e conclama a que se leve o diálogo a um nível respeitoso e intelectual, como sempre foi, onde se chama a refletir sobre a moral.

Pesquisa revela que os não religiosos são mais propensos a crer em superstição

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



Em setembro de 2008, o Wall Street Journal relatou:
  
    A realidade é que a campanha neoateísta, desencorajando a religião, não vai criar um novo grupo de seres inteligentes, céticos e iluminados. Longe disso: ela pode realmente incentivar novos níveis de superstição em massa. E isso não é uma conclusão a tomar sobre a fé - é o que os dados empíricos nos dizem.

    Em "No que os americanos realmente acreditam", um novo estudo abrangente lançado pela Baylor University ontem, mostra que religião cristã tradicional diminui consideravelmente a crença em superstição, desde a leitura de mãos a astrologia. Também mostra que os irreligiosos e os membros das denominações protestantes mais liberais, longe de serem resistente à superstição, tendem a ser muito mais propensos a acreditar no paranormal e na pseudociência que os cristãos evangélicos ....

    Esta não é uma nova descoberta. Em seu livro de 1983 "Os porquês de um escrivão filosófico", o cético e escritor científico Martin Gardner cita o declínio da crença religiosa tradicional entre os mais bem educados como uma das causas para um aumento da pseudociência, seitas e superstições. Ele fez referência a um estudo de 1980 publicado na revista Skeptical Inquirer que mostrou que estudantes universitários irreligiosos são, de longe, os mais prováveis para abraçar crenças paranormais, enquanto estudantes universitários cristãos foram os menos prováveis. (http://online.wsj.com/article/SB122178219865054585.html - grifo nosso)
Interessante que o agnóstico e liberal Carl Sagan, foi um ávido fumador de maconha e alegou que a maconha lhe dava conhecimentos científicos (!)

PZ Meyers e o aborto (o ateísmo e o aborto)

terça-feira, 15 de novembro de 2011


O militante ateísta PZ Myers não é apenas "pró-escolha", mas ele disse que está "mesmo disposto a dizer" que é pró-aborto.

O site Evolution News and Views escreveu:
     Myers novamente, sobre o aborto:

"O que está em jogo é um mero embrião. Isso não é nenhuma grande perda se for lavado e incinerado e eu não tenho qualquer ilusão sobre se isto é decidir o destino de uma vida humana - não é. Isto não é uma pessoa ... "

 A horrível afirmação de Myers - de que 'não é nenhuma grande perda se for lavado e incinerado' ... Isto não é uma pessoa' - demonstra a vácuo moral dos novos ateus. Os novos ateus insistem que não há lei moral objetiva; a moral é nada mais do que uma adaptação evoluída, ou o que cada um de nós decidir, ad nauseam. No entanto, se não houver uma lei moral objetiva que transcende a vontade de poder do indivíduo, então é o poder, e não a justiça nem a misericórdia, nem mesmo o amor por um  próprio filho, que governa a conduta humana. A moral ateísta se resume a isto: "... 'porque nós podemos'. Esse tem sido o código moral do ateísmo no poder há um século.(1)

 Em 2011, Myers escreveu que, quando ele vê fotos de bebês mortos: "olho para eles com firmeza e só vejo carne".

O apologista cristão Mariano Grinbank escreveu em resposta a observações PZ Myers sobre o aborto:
  
    Que figura trágica, que privação de tudo o que é humano e humanitário,  que alma depravada, triste e doente: que produto do ateísmo.

    Belos, saudáveis, inocentes e indefesos bebês humanos que foram brutalmente assassinados de maneira inimaginavelmente brutal e desumana, são por ele comparados a ratos, camundongos, cães, e partes do corpo amputadas. Aos seus olhos reducionistas  isso tudo é apenas carne temporariamente animada. (2)
As observções de PZ Myers não são de estranhar dada a história do ateísmo em relação à questão do aborto. O artigo do Journal of Medical Ethics declarou a respeito do ateu e sadista Marquês de Sade:

Em 1795 o Marquês de Sade publicou seu La Philosophie dans le boudoir, em que ele propôs o uso do aborto provocado por razões sociais e como um meio de controle da população. É a partir deste momento que a aceitação médica e social do aborto pode ser datada, apesar de anteriormente o assunto não ter sido discutido em público em tempos modernos. Sugere-se que foi em grande parte devido aos escritos de Sade que o aborto induzido recebeu o impulso que resultou na sua subsequente disseminação na sociedade ocidental.(3)
O controle da população é baseado na pseudociência e mal fundada suposições econômicas.(4)
Notas
1. http://www.evolutionnews.org/2010/11/pz_myers_on_abortion040971.html
2. http://www.examiner.com/christian-apologetics-in-albuquerque/pz-myers-best-reason-for-rejecting-atheism-murdered-babies-are-just-meat
3. http://jme.bmj.com/content/6/1/7.abstract
4. http://www.evolutionnews.org/2010/11/pz_myers_on_abortion040971.html

Skatje Myers sobre a moral

 Em 18 de agosto de 2011, Skatje Myers (a filha do militante neoateísta PZ Meyers) escreveu:

Eu sou uma niilista moral. Eu não tenho nenhuma razão para acreditar que a moral é outra coisa senão preferências. Eu tenho essas preferências, é claro - essencialmente inclinações intuitivas. Qualquer necessidade ou desejo de seguir essas tendências é puramente para o meu próprio prazer. Eu decido o que é certo e errado com base no que eu sinto seja certo e errado, e eu os sigo apenas por causa de uma obrigação autocriada para mim mesmo. Eu exijo que os outros sigam as mesmas "regras" que eu tenho para mim, porque eu quero para eles. Isto faz o mundo do jeito que eu quero que seja.
A maneira que eu vejo, todos os outros sistemas de moral também  são baseados em afirmações injustificáveis ​, então por seguir alguém que inventou ideias de certo e errado? (http://lacrimae-rerum.org/?p=169)

Reflexões sobre a campanha da ATEA: Ônibus ateus circulando em Porto Alegre e Salvador

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

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Dawkins realmente faz escola: a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), liderada por Daniel Sottomaior, acabou de copiar a campanha de auto-ajuda (ver aqui) do ônibus ateu feita na Inglaterra. Quatro imagens (que você pode ver acima) circularão em Salvador e Porto Alegre  Um resumo da história pode ser encontrado no site da Zero Hora.
Para variar, as alegações e os banners são pífios. Nenhuma resiste a uma análise crítica de 5 minutos. Vamos lá:
  • Somos todos ateus com os deuses dos outros
Essa técnica é uma velha conhecida nossa – “Todos são ateus”. Já a refutei nesse post. Dizer “Somos todos ateus” faz tanto sentido quanto dizer que um militante do PT é “apolítico” em relação aos outros partidos. O que a pessoa possui é uma opção definida diante de um CONJUNTO existente de doutrinas (políticas ou religiosas), que é EXATAMENTE o que a diferencia de um apolítico ou um ateu (conforme a definição da ATEA). Ou seja, não faz sentido algum dizer que “Somos todos ateus”, se quisermos respeitar a boa e velha lógica. Para não me alongar em um assunto que eu já discuti, peço que quem quiser saber mais sobre o assunto leia o link acima.
Detalhe: eles também definem, na mesma imagem, Jesus Cristo como “Mito Palestino”. Como o uso da palavra “mito” tem o sentido popular de “falso”, o que ele está dizendo para todos os cristãos não é nada mais do que “você acredita em uma MENTIRA!”. Uma bela primeira abordagem para os ateus, certo? Parabéns pela inteligência e por saber introduzir a si mesmo, Daniel Sottomaior…
  • A fé não dá respostas. Ela só impede perguntas
Mais uma besteira ofensiva, passando a imagem de que a fé “controla” os religiosos. É claro que a ATEA tem que EDITAR a definição de fé para sua propaganda funcionar, confundindo “fé em Deus” (que é a confiança saudável n’Ele) com “fé cega em Deus” (que é a confiança irrestrita, que impede até o entendimento).
Primeiro, vamos explicar algo brevemente: o Cristianismo é uma crença apropriadamente básica que possui justificativa epistêmica para suas duas premissas sustentadoras (a existência de Deus e a ressureição de Jesus – sobre isso, ver o trabalho de apologistas cristãos, pois o objetivo desse blog não é fazer apologia a favor do Cristianismo, mas INVESTIGAR o neo-ateísmo, apenas). O contato da pessoa com o Cristianismo normalmente se desenvolve através de tentativas DIRETAS de relação. A partir daí, surge a fé na religião, que é a CONFIANÇA que Deus se relaciona com ela por aqueles meios. Se a pessoa nunca teve um pedido atendido ou nunca teve uma experiência religiosa, por exemplo, então é plausível pensar que a fé dela não vai ser alta. E o inverso também é verdadeiro.
Resumindo, a fé (em seus vários níveis) se constrói a partir de evidências, mas de cunho PESSOAL e individual (pois não há como reproduzi-las) que se baseiam na própria experiência direta do ato de conhecer Deus. E essas evidências, assim como o testemunho de confiança na sua mãe ou o testemunho de um assassinato que você viu e não tenha como checar por fontes externas posteriormente, são plenamente válidas. Você não tem como reproduzir, mas tem confiança aquele fato realmente aconteceu ou que sua mãe é uma pessoa confiável. A evidência por testemunho direto não é inválida, se não estiver fora dos seus domínios naturais.
E isso impede absolutamente a pessoa de perguntar? De maneira alguma. A confiança em Deus, como qualquer outra confiança carregada pelo seres humanos, pode variar com o passar do tempo. E é natural que a partir disso a pessoa procure algumas explicações para entender melhor os fatos. Essa é uma confiança normal e natural dos seres humanos, que não é contrária ao conhecimento. Se a fé impedisse as perguntas, então como os ateus da UNA conciliariam isso com a existência de (no mínimo) 800 perguntas da Suma Teológica de Tomás de Aquino, por exemplo? Será que ele nunca teve fé?
Deixando claro o que é a fé e como se desenvolve, também temos que lembrar que no cristianismo existem CRÍTICAS a fé cega, que é a confiança incondicional em algo ou alguém (como a de humanistas no “novo homem”, digamos). Um exemplo de crítica dada pelo teólogo D. James Kennedy:
A afirmação que a crença no cristianismo produz uma visão irracional, inculta ou ininteligente da vida é completamente falsa. E a declaração que o ceticismo produz uma visão racional, inteligente e iluminado do Universo é igualmente falsa.
O Pe. José Fernandes de Oliveira complementa:
Cegueira não é virtude. Se o cego pudesse, gostaria de ver. Uma coisa é ser cego, outra, agir como cego. Por isso, a fé cega, longe de ser virtude é imaturidade. Nossa fé precisa ser inteligente. Vale mais a fé que pergunta, como a de Maria diante do anjo, do que a fé cega. Querer saber porque é bonito e é bom. Eu creio em Jesus, mas não de olhos fechados. Quero ver o mundo por onde ele me conduz”.
A Bíblia também diz: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu ENTENDIMENTO e de todas as tuas forças.” (Marcos 12:30).
Só por aí já dá para ver que a definição de “fé impede o entendimento” dada pela ATEA não está de acordo com o Cristianismo tradicional.
Enfim, esse truque é o outro manjado de trocar a definição de “fé” por “fé cega”, dando a entender que religiosos estão presos em uma gaiola mental que não admite estudos. Admiro-me de tal coisa ainda estar circulando em ônibus – até porque estamos vendo para quem aqui é que falta estudo. Aliás, desafio qualquer membro da ATEA a vir aqui e PROVAR que a minha fé alguma vez me impediu de fazer perguntas, como eles alegam que ocorre. E aí, vão conseguir?
(*) Agradecimentos a Luciano Ayan pelos trechos do Padre e do Teólogo.
  • Se Deus existe, tudo é permitido
Falso. Se Deus existe, então, de acordo com a visão teísta clássica (e é ESSA que deve ser criticada, para não cairmos em falácia do Espantalho), existem VALORES MORAIS OBJETIVOS, sendo objetivamente bons o amor, o auto-sacrífico, o respeito ao próximo, etc, e objetivamente ruins a violência, o ódio e outros. Esses valores não são “espontaneamente” criados – eles são parte ESSENCIAL da natureza de Deus, isto é, não poderiam ser diferentes.
Então, se Deus existe, existe um padrão que NÃO permite certos atos, como o 11 de Setembro. Um teísta pode criticá-lo com base na moral objetiva. O ateu pode o quê? No máximo, dizer que não gostou, pois o ateísmo implica necessariamente no relativismo moral ontológico. Matar pessoas ou destruir prédios são só atos socialmente inconvenientes por uma definição de convenções arbitrárias, como dobrar a esquerda ou a direita na rua – não são, de fato, atos ruins.
Analisando de acordo com a concepção tradicional do teísmo, essa história de dizer que “a partir da vontade de Deus pode se ordenar qualquer coisa” ou que “se podem cometer atrocidades em nome de Deus” é mentira deslavada. Os valores são alguns  – bem definidos e conhecidos – e são essenciais, não criados a partir da vontade de Deus “do nada”. O fato é que essas ações, como a mencionada, são moralmente contrárias a natureza moral divina, que é o guia de ação para o teísta, seguindo logicamente que elas seriam qualificadas como imorais e proibidas. O argumento foi, portanto, derrubado. Qualquer terrorismo como o de Nova Iorque não é válido dentro do teísmo clássico. Vamos ao próximo.
  • Religião não define caráter (com uma foto de Charlie Chaplin – “Não acredita em Deus” – e Hitler – “Acredita em Deus”)
A questão de “caráter” se refere, por extensão, aos conceitos de “bom” e “mau”. Mas se Deus não existe, então não existem valores morais objetivos – um padrão de conduta que deva ser seguido independentemente se a pessoa concorda com ele ou não. Toda nosso entendimento moral se resume a pressões sociobiológicas dominantes em determinados momento histórico. Agora, achamos que Hitler estava errado. Mas com certeza haviam nazistas que achariam que Hitler tinha mais caráter do que Chaplin ao aplicar seu processo genocida revolucionário. Como o ateu justificaria de forma absoluta que esse cidadão alemão estaria com uma concepção de justiça errada, sem um padrão de comparação objetivo? A questão de “definir caráter” torna-se vazia, dentro do ateísmo.
Outra: Chaplin acreditava em “Deus”, mas como um ser impessoal ou como um Ser Supremo que mantem a ordem da natureza. Na biografia escrita por seu filho, ele diz: “Some scientists say that if the world were to stop revolving we’d all disintegrate. But the world keeps on going. Something must be holding us all in place–some Supreme Force. But what it is I couldn’t tell you." (Charles Chaplin, Jr., My Father, Charlie Chaplin, pages 239-240). Também não sabemos se Hitler realmente acreditava em Deus ou se só o dizia no mesmo modus operandi de Dilma Rousseff nas últimas eleições. Alias, a propaganda não conseguiu não ter sequer coerência interna, pois diz “RELIGIÃO não define caráter”, e usa uma legenda (questionável) “Hitler acredita em DEUS”. Acreditar em Deus não é sinônimo de ter religião….
Fica clara a diferença entre uma campanha religiosa e uma pelo ateísmo, nesses moldes: a primeira se baseia na defesa e construção de valores e a outra se baseia na DESTRUIÇÃO de valores que as pessoas possuem (e como ateísmo, segundo a ATEA, é “mera descrença em Deus”, então ele sequer chega a ser uma posição para construir algo). A campanha diz “Não ao preconceito aos ateus”, mas ao mesmo faz algo que vai GERAR preconceito, pois a propaganda é puramente ofensiva. É natural que as pessoas fiquem incomodadas com alguma  das frases exemplificadas acima, podendo rotular os ateus como “arrogantes” e coisas assim.
Concluindo, um último pedido: da próxima vez que os ateus sofrerem rejeição social, pergunte-se, lá no fundo, se as besteiras da ATEA não tem alguma relação com isso.

(*) Posts discutindo argumentos para a existência de Deus ou do Cristianismo NÃO serão aceitos. Não permitirei que desvirtuem a discussão.

Fonte: http://teismo.net/

Os neo-ateus não são intelectualmente brilhantes

quinta-feira, 11 de agosto de 2011



Antes que algum ateu apareça dizendo que eu fico falando que cristão é mais inteligente que ateu, digo que NUNCA FALEI ISSO. Pelo contrário, o que eu vejo são ateus se gabando de serem "brilhantes" e de uma "raça superior" por não serem teístas.

Ateu de Oxford Chama Richard Dawkins de "Covarde" por Não Debater com William Lane Craig

quarta-feira, 3 de agosto de 2011



Video original: http://www.youtube.com/watch?v=RC1xgS1XGSg
Autor: (Birdieupon) http://www.youtube.com/user/Birdieupon

Será que Dawkins irá finalmente se engajar num debate acadêmico mano a mano com William Lane Craig quando ele for visitar Oxford? Parece que não, e até alguns companheiros ateus parecem pensar que ele está cometendo um grande erro.

Artigo do Telegraph:
http://www.telegraph.co.uk/news/religion/8511931/Richard-Dawkins-accused-of-c...

Schedule: http://www.premier.org.uk/craig

Tour: http://www.bethinking.org/craig

Usuário banido do RD.net por questionar Dawkins sobre Craig: http://www.youtube.com/watch?v=aYKc54E1eMg

Petição para o debate:
http://www.ipetitions.com/petition/dawkinscraigdebate/signatures

Dawkins vs Mcgrath:
http://www.youtube.com/watch?v=J4crCoBj2tA

Prof Craig: http://www.reasonablefaith.org

Prof: Dawkins: http://www.richarddawkins.net