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Dawkins pede para que os ateus zombem dos católicos no "Comício da Razão"

quarta-feira, 28 de março de 2012


-. No "Comício da Razão", que ocorreu em 24 de março em Washington, DC, cerca de 20.000 ateus e agnósticos ouviram o autor e ativista Richard Dawkins incentivar a zombaria de crenças católicas e as de outras religiões.
"Não caiam na ideia de que somos todos muito educados para falar sobre religião", disse Dawkins, antes de instar os participantes do Comício a ridicularizar a fé dos católicos na Eucaristia.
"A religião faz afirmações específicas sobre o universo que precisam ser fundamentadas, e precisam ser questionadas - e, se necessário, precisam ser ridicularizadas com desprezo",  disse ele a uma multidão no National Mall.
"Por exemplo, se alguém diz que é católico, pergunte-lhe: 'você realmente acredita que, quando um padre abençoa uma hóstia, ela se transforma no corpo de Cristo? Você está seriamente me dizendo que você acredita nisso? Você está seriamente dizendo que o vinho se transforma em sangue?"
Se a resposta for sim, Dawkins sugeriu aos ateus que devem mostrar desprezo pelos crentes, em vez de ignorar o problema ou fingir respeito.
"Zombem deles", ele disse à multidão. "Ridicularize-os! Em público! "
O ex-professor de Oxford e autor do livro "Deus, um delírio" foi um dos palestrantes do comício de sábado, que também contou com o comediante Eddie Izzard, a banda punk Bad Religion e o mágico James Randi.
Dawkins chamou os ateus para identificarem-se em público, em prol de uma sociedade mais abertamente secular.
Ele também afirmou que muitos cristãos auto-identificados são apenas adeptos nominais de sua religião, e devem ser convocados a que repudiem suas crenças para se juntarem aos ateus.
"Quando você encontrar alguém que afirme ser religioso, pergunte-lhe no que eles realmente acreditam", Dawkins sugeriu.
"Se você conhecer alguém que diz que é católico, por exemplo, dizer: 'O que você quer dizer? Você só quer dizer que você foi batizado católico, porque eu não estou impressionado com isso.'"
Mas aqueles que sustentam as doutrinas de sua fé devem ser abertamente ridicularizados, disse Dawkins.
"Eu não desprezo as pessoas religiosas, eu desprezoo que elas representam", explicou.
Em outra parte em seu discurso, o ex-professor elogiou a "verdade" e "beleza" da evolução darwiniana, e a capacidade do "processo incrível" para produzir a vida com a "ilusão de design."
"Como é concebível", ele se perguntou, "que as leis da física devem conspirar - sem orientação, sem direção, sem qualquer inteligência, para nos trazer ao mundo?"
É "quase bom demais para ser verdade", ele alardeou, que este "processo mecânico, automático, não planejado inconsciente" produziu a inteligência humana.
"Isso não é apenas verdadeiro, é lindo", declarou ele em meio a aplausos da multidão de agnósticos e ateus.
"É belo porque é verdadeiro", disse Dawkins. "E é quase bom demais para ser verdade."

Tradução: Emerson de Oliveira

Sessão "Guerra Cultural": o lorde sith Dawkinus Vadius lança ordem para os sith ateístas

Por que o neo ateísmo é uma crença perigosa OU A jihad neo ateísta irá a Fátima?

terça-feira, 27 de março de 2012

 LUCIANO AYAN

 


Fonte: Neo-Ateísmo Português
O líder do simpático e tolerante grupo “O Ateu Responde” lançou a seguinte proposta:

Será que Fátima não é para meninos? Não seria muito mais interessante ver essa manifestação em Meca ? Deixo a sugestão.

… e que se preocupam imenso com quem não vive dessa maneira.

Os católicos não pagam impostos, educar os próprios filhos é “indoutrinar crianças” e, neste mundo de fantasia do senhor Raposo, católicos que se casam e morrem significa um “negócio”. Aparentemente, ilícito.

Não é piada. Ele acha mesmo que a propriedade não é um direito das igrejas. Citando: ” Liberdade religiosa permite-te a ti ter uma crença, mas EM NADA te permite construir igrejas“.
Para este tolerante amigo da liberdade, é “horrendo” o direito a ter uma posição e convicção sobre o que é o casamento, e celebrá-lo em conformidade. A não ser que a Igreja defendesse a noção de “casamento” do senhor Phyttas-Raposo. Nesse caso, imagino que já não haveria horror.

Afinal, só quer ir a Fátima exibir uma t-shirt, ou quer “demonstrar as irregularidades, incoerências e insanidades dos crentes” e da “corja” que os dirige, em nome da sua democracia que não permite à Igreja participar na democracia? Este jovem tem muita raiva acumulada.
É interessante a ideia de que a liberdade da prática religiosa está sujeita ao “direito” do Raposo em “não querer” ver religião no espaço público. Alguém o nomeou ditador do mundo?
Ele ter direito a que o seu filho não seja “indoutrinado”, até tem. Por exemplo, ninguém o obriga a levar o filho a Fátima. Aliás, o Phyttas-Raposo parece não perceber que ele mesmo não está obrigado ir a Fátima. Ele é que pretende lá ir, sem ninguém o ter convidado.

A convicção de que o ateísmo não é uma convicção, é auto-contraditória. Se o ateísmo fosse uma “ferramenta de aferição da realidade”, o Phyttas-Raposo viveria e pensaria na realidade. O que não é o caso. “Acreditem lá no que quiserem mas não o imponham aos demais” é um bom princípio. Mas quem é o ateu que, só por acreditar que Deus não existe, que os católicos são uma corja, que as igrejas não podem construir templos ou que a liberdade religiosa é contrária à manifestação pública da religião; quer ir a Fátima incomodar católicos?

Coerente, sem dúvida. Os religiosos que pratiquem lá a sua religião fechados em casa, em “liberdade”. O espaço público é propriedade dos ateus, os aferidores da realidade.
Mas também há pessoas moderadas no grupo “O Ateu Responde”:

Banir qualquer manifestação religiosa em espaços públicos. Não são meigos a pedir.
A maioria é religiosa, os minoritários ateus militantes não gostam. Logo, a manifestação religiosa deve ser banida do espaço público. Um raciocínio que faz todo sentido.
Sem perder muito tempo com moralidade da proposta, sugerir uma petição para banir qualquer manifestação religiosa em público, ao mesmo tempo que se lembra o facto da maioria da população ser religiosa; já seria suficiente para a autora da ideia perceber que a petição teria tudo para ser mal sucedida.
Mas os ateus é que sabem aferir a realidade. Se ela diz que isso seria “um passo assertivo”, quem sou eu para o negar…

Acha bem que um cristão seja impedido de usar um crucifixo. Ainda dizem alguns que eu exagero quando comparo os ateus militantes a talibans.
Quer dizer que o corpo e a roupa dos cristãos é local público, de uso público, que deve permanecer neutro. Não sabia.
Não me surpreende que um ateu militante considere que “proibir” significa ser “neutro”. Isso é o que eles fazem sempre: atacar a liberdade religiosa, invocando a liberdade religiosa. Proibir e banir, invocando “neutralidade”.

Quem não sabia, fica a saber. No “mundo melhor” desejado pelos ateus militantes, não há espaço público para símbolos religiosos. A linguagem é clara: entendem que a religião “conspurca” o espaço público. Os ateus militantes são os puros, os únicos capazes de limpar o mundo. É o ateísmo higiénico.

Nem todos somos “crentes”, por isso o espaço público, de todos, não é dos crentes. É só dos ateus. Faz todo o sentido…

Ele não quer tanta coisa. “Eu não quero”, é um excelente argumento para proibir a liberdade religiosa. E um argumento “neutro”, como é óbvio.

Agarra-se à palavra “conspurcar” e já não a larga. Repete-a como se fosse um mantra.
Conclusão: o fanatismo é mesmo uma demência.
Por Jairo Filipe
Meus comentários
Quando eu comparo o ódio que os neo ateus possuem dos religiosos com o ódio que os anti-semitas possuíam dos judeus, alguns falaram que eu exagerei. A figura neo ateísta pelo nome de Jorge Phyttas-Raposo mostra que eu não exagerei. Na verdade, fui até modesto.
A sorte é que essas figuras ainda não tem o poder em mãos, pois o rancor que eles possuem dos religiosos é algo de difícil mensuração. Vocês conseguem imaginar essa turma com poder e com ESSE TIPO DE DISCURSO ACIMA?
A grande pergunta que fica é: por que a sociedade encara como natural um grupo ser tão preconceituoso e intolerante como os neo ateus? Será que a sociedade toleraria um grupo conservador ir atazanar a Parada Gay? Ou até mesmo um grupo de brancos irem atrapalhar a passeata do Orgulho Negro? Claro que não tolerariam. Mas o mero fato de um grupo de cristãos se reunirem para fazer suas homenagens instiga a fúria dos neo ateus, que querem legitimar o fato de irem lá os incomodarem.
A resposta é simples: neo ateus estão aproveitando o fato de serem uma minoria para instigarem um discurso de ódio, e POR SEREM DE MINORIA, passarem desapercebidos.
Esse jogo psicológico não pode ser tolerado, e eles tem que ser denunciados pelo que eles são. Um grupo incapaz de conviver em sociedade, e que deveria ser processado por suas ofensas.
Quando um deles afirma que “religioso não pode emitir suas opiniões”, processe. Se um deles disser que “religiosos não podem usar o espaço público, usando seus símbolos”, processe por discriminação.
A dica é: jamais converse com eles, pois não se fala com quem possui uma agenda de ódio desse porte.
O fato é que já está claro que estamos diante de um grupo perigosíssimo. É o que sempre falei: o humanismo é a mais perigosa de todas as religiões. E o humanismo secular (ou seja, o neo ateísmo) é somente a versão mais extremista e radical do humanismo.
Não dá mais para sermos ingênuos em relação às artimanhas deles e tolerantes com tamanha intolerância.

Os neo-ateus não são intelectualmente brilhantes

quinta-feira, 11 de agosto de 2011



Antes que algum ateu apareça dizendo que eu fico falando que cristão é mais inteligente que ateu, digo que NUNCA FALEI ISSO. Pelo contrário, o que eu vejo são ateus se gabando de serem "brilhantes" e de uma "raça superior" por não serem teístas.