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OS QUATRO CAVALEIROS DO NEOATEÍSMO VS. WILLIAM LANE CRAIG

quinta-feira, 8 de março de 2012


Neoateísmo é o nome dado às idéias promovidas por um grupo de ateus do século XXI que afirmam que a “religião não deveria ser apenas tolerada, mas deve ser contradita, criticada e exposta por argumentos racionais aonde quer que sua surja sua influência”.

O termo é comumente associado à indivíduos como Richard Dawkins, Daniel Dennet, Sam Harris e o finado Christopher Hitchens. Juntos, eles são chamados os “quatro cavaleiros do neoateísmo”.

O filósofo e teólogo evangélico William Lane Craig já enfrentou pessoalmente esses quatro senhores. Veja qual o resultado desses encontros:


SAM HARRIS

Sam Harris é um neurocientista e filósofo. Em 07 de Abril de 2011, o Dr. Craig enfrentou este cavaleiro do neoateísmo em um debate sobre o tema: “O fundamento da moralidade é natural ou sobrenatural? Ou será que o bem vem de Deus?”. Sam Harris chegou a declarar que Craig “é o apologista que parece colocar o temor de Deus em muitos de meus colegas ateus”.

Resumo do debate em português

Transcrição do debate em inglês


CHRISTOPHER HITCHENS

O finado Christopher Hitchens, que faleceu em dezembro de 2011, foi um jornalista, escritor e crítico literário britânico e americano. O Dr. Craig enfrentou Hitchens em um debate sobre a existência de Deus em 04 de Abril de 2009. Mais de 10.000 pessoas foram assistir esse confronto, enquanto inúmeras outras pessoas assistiram o evento pela Internet. Um famoso blogueiro ateu declarou que “francamente, Craig espancou Hitchens como uma criança estúpida.”

Trecho do debate com legendas em português


DANIEL DENNETT 

Daniel Dennett é um proeminente filósofo neoateu. Em 2007, Dennet enfrentou o teólogo protestante Alister McGrath em um debate. O Dr. Craig deu sua contribuição como participante do debate.

Vídeo em inglês

Em uma conferência filosófica em 2009, Dennet deu uma resposta de 15 minutos ao artigo de Craig entitulado “Em defesa dos argumentos teístas”.


RICHARD DAWKINS

Richard Dawkins é um eminente zoólogo, etólogo, evolucionista e popular escritor de divulgação científica britânico, natural do Quênia, além de ex-professor da Universidade de Oxford.

Em um encontro surpresa em Novembro de 2010, Craig e Dawkins se reuniram no México quando Dawkins surgiu no último minuto para substituir um palestrante. Não houve muita oportunidade para que os dois se enfrentassem diretamente. De fato, Dawkins disse a Craig que ele não considerava que isso tivesse sido um debate entre eles.

Video em inglês

Em diversas oportunidades, Dawkins foi convidado para um debate onde ele pudesse enfrentar o Dr. Craig pessoalmente. Infelizmente, o convite sempre foi rejeitado pelo neoateu. O filósofo ateu Daniel Came chegou a escrever uma carta para Dawkins afirmando o seguinte: “A ausência em um debate com o maior apologista do teísmo cristão é uma omissão vistosa em seu currículo e claramente pode ser interpretada como covardice da sua parte”.


WILLIAM LANE CRAIG NO BRASILO Dr. Craig estará no Brasil para realizar uma série de palestras. Confira as datas:

12/03/2012 – Mosteiro da Faculdade São Bento (São Paulo)
13/03/2012 – Congresso de Teologia Vida Nova (São Paulo)
14/03/2012 – Congresso de Teologia Vida Nova (São Paulo)
15/03/2012 – Congresso de Teologia Vida Nova (São Paulo)
17/03/2012 – Igreja Batista de Itacuruçá (Rio de Janeiro)
19/03/2012 – Lançamento de livro na FNAC (São Paulo)
20/03/2012 – Universidade Mackenzie (São Paulo)

Não perca a oportunidade de ouvir um dos maiores apologistas cristãos da atualidade!

Fonte: www.apologia.com.br

A Bíblia é historicamente confiável?

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012



O Dr. Michael Kruger, professor do Novo Testamento na Universidade da Carolina do Norte, explica-nos os motivos pelos quais a Bíblia, mormente o Novo Testamento, tem abundantes evidências de comprovações manuscritas e históricas.

O vídeo está com transcrito. Para acionar a legenda em português clique em CC e depois "traduzir legenda".

Houve paralelismo entre os mitos greco - romanos e a ressurreição de Jesus? - Dr. Willian Lane Craig

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012



Craig responde a essa pergunta de modo que não resta duvida a respeito da inveracidade das afirmações sobre se há paralelismo entre os mitos grecos-romanos, é nitido que é absolutamente improvável milhares de judeus e céticos morrerem por uma coisa que eles mesmos inventaram, nunca arriscariam suas vidas a ponto de terem grande sofrimento por uma mentira e muito menos uma cópia da história desses deuses, além disso, não há vinculos plausíveis entre esses mitos e a históricidade da ressurreição de Jesus.

"Deus é um delírio": o dr. William Craig responde as alegações do livro de Richard "não está aqui" Dawkins

terça-feira, 8 de novembro de 2011



Richard Dawkins foi convidado pela União Cristã Estudantil de Oxford para defender o seu livro "Deus: um delírio", no debate público com o dr. William Craig. O convite permaneceu aberto até o último minuto. Contudo, Dawkins recusou o desafio e a sua cadeira permaneceu vazia. Craig então deu uma conferência a um grande público sobre a fraqueza dos argumentos centrais do livro e respondeu a um grupo de acadêmicos. O evento, que foi presidido pelo professor ateísta Peter Millican, foi parte da turnê da equipe do Reasonable Faith de 2011, patrocinado pela UCCF, Damaris & Premier Christian Radio.

Os Ateus Perderam a Cabeça?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Tradução: Eliel Vieira
Questão 1:
Caro Professor Craig,
Eu sou um ateu que admira seus debates e argumentos, mas tenho observado uma tendência no meu lado da discussão sobre a qual eu gostaria de lhe perguntar.
Me parece que os ateus populares de hoje em dia, como Richard Dawkins, Daniel Dennett, Christopher Hitchens e Sam Harris, não aprensentam argumentos sólidos (ou ao menos válidos) da forma como um filósofo como você (ou um filósofo em treinamento como eu) gostaria de ver. Eu sei que estes argumentos existiam com os ateus no passado (como Mackey, Russell e Hume), mas eu não sei porque os ateus populares (ou outros ateus em geral) atualmente não empregam tal argumentação em debates recentes.
Alguém poderia dizer que os ateus populares de hoje em dia simplesmente não têm o treinamento filosófico para ser como elaborar argumentos válidos e sólidos, mas isto é falso, uma vez que Dennett é um filósofo. No caso de Dennett, ele se recusa a abordar os argumentos tradicionais contra e a favor da existência de Deus e simplesmente se interessa nos mecanismos evolucionários por trás da crença religiosa.
Eu reconheço que existem ateus filosoficamente sofisticados atualmente (Quentin Smith, que você conhece, é um exemplo), mas por que eles não estão nos holofotes?
Com sua experiência em debates e discussões, o que você atribui como causa disto? Eu não acho que a posição ateísta é implausível (mesmo que ela possa ser falsa), então eu não espero que você afirme que o ateísmo está falido. Mas se você não responder assim, qual pode ser a causa para isto?
Sinceramente,
Arash
Questão 2:
Eu tenho praticado apologetica cristã na internet pelos últimos dez anos. Eu tenho o grau de Mestre pela Perkins School of Theology e eu estava me doutorando em História de Ideias, mas fui forçado a abandonar meus estudos devido a uma tragédia familiar.
Eu também já hospedei vários fóruns de discussão e tenho feito isto desde 1999. Eu tenho ficado cada vez mais frustrado e irritado com a natureza da mentalidade ateísta nestes fóruns. Não era como é hoje quando eu descobri estes fóruns pela primeira vez. Era até divertido antes. Eu extraía o melhor deles em toda discussão. Eles gostavam de mim e apreciavam meu conhecimento e o que eu tinha aprendido.
Isto não é sobre mim. Eu não faço isto para vencer argumentos. Mas isto é uma medida sobre como as coisas mudaram. Atualmente eu sou considerado um total idiota na rede. Isto não é porque meus argumentos de repente se tornaram ruins, é porque os ateus perceberam que eles podiam parar de debater as questões e começassem a debater sobre mim. Agora todo o processo de postar em fóruns está fechado para mim. Eu não posso ir a nenhum fórum de discussão sem que os ateus comessem a me ridicularizar. Eles se recusam a ouvir os argumentos. Eles tentam encontrar qualquer tipo de linha fora da costura em cada frase que eu digo.
Como um membro da comunidade apologética na rede, eu estou muito preocupado com isto. Essencialmente os fóruns virtuais deixaram de ser uma ferramenta para apologética ou evangelismo. Os ateus demonstram mais e mais ódio com o passar do tempo. No próprio fórum do seu site hoje um ateu ridicularizou tudo o que eu disse, embora ele não tenha entendido nenhuma palavra do que foi dito, e então ele anunciou que os cristãos não são dignos de respeito.
Eu acredito que a comunidade de apologistas na rede precisa se unir se quiser mudar este quadro. Precisamos começar a banir pessoas que insultarem a fé cristã. Como qualquer fanfarrão, eles sempre se conterão se nós nos posicionarmos em relação ao que estão fazendo. Eles se tornam mais abusivos se você tentar ser gentil com eles.
Eu acredito que nós devemos começar a aplicar vigorosamente regras que proíbam que eles caluniem os cristãos e nossa fé. Quase todos os fóruns têm regras que proíbem o abuso, mas nenhum aplica estas regras contra as poucas atitudes caluniosas dos ateus. Nós precisamos começar a fazer isto. Nós não estaremos perdendo nada se expulsarmos algumas pessoas pelo fato delas fazerem o Evangelho parecer motivo de chacota aos demais.
Eu espero que você considere o que eu disse. Eu também estou aberto a sugestões sobre como proceder.
Sinceramente, em Cristo,
Joe


Resposta do Dr. Craig:
Eu fiquei fascinado com a concordância destas duas cartas, uma de um ateu e outra de um cristão, sobre o tom grosseiro que predomina entre o nível popular dos ateus atualmente. Eu compartilho estas cartas pelo seu interesse intrínseco e não por ter algum insight especial que eu possa oferecer sobre as razões desta mudança.
Eu concordo com você, Arash, que o ateísmo não é uma cosmovisão implausível e que, portanto, a pobreza da argumentação ateísta não pode ser devida à falência do próprio ateísmo. Com minha experiência, esta pobreza parece ser devida à simples ignorância da literatura.
Os acadêmicos tendem a concentrar seus esforços em suas respectivas áreas de especialização e a permanecer ignorantes em relação a assuntos – especialmente em assuntos nos quais eles tem pouco interesse – que estão fora de seus campos escolhidos. Quando eles vão comentar sobre tópicos fora de suas áreas de especialização, as opiniões de grandes cientistas, filósofos e outros acadêmicos não carregam mais peso do que o que algum leigo diz – na verdade, nestes assuntos eles próprios são leigos. Como resultado de debates com pesquisadores não-teístas ao longo dos anos, eu tenho ficado impressionado com a incrível ignorância que alguns estudiosos brilhantes têm em relação à teologia e filosofia da religião.
Permita-me dar alguns exemplos. Meu amigo Quentin Smith, que você mencionou, alguns anos atrás, sem rodeios, taxou o argumento de Stephen Hawking contra Deus em Uma Breve História do Tempo como “o pior argumento ateísta na história do pensamento ocidental.”[1] Com a publicação do “argumento central” de Richard Dawkins em seu livro Deus, um delírio, que eu já critiquei em outro lugar, chegou o tempo, eu acho, de aliviar Hawking deste peso e reconhecer o acesso de Dawkins ao trono. Alguns anos atrás eu ouvi uma palestra do físico vencedor do Prêmio Nobel Steven Weinberg na conferência The Nature of Nature na Baylor University. Eu fiquei chocado em ouvir pouco mais do que o discurso irado de um ateu tribal. Mesmo filósofos que não estão especializados em filosofia da religião podem perder o rumo quando falam fora de sua área de especialização em filosofia. Uma vez que você mencionou Dennett, dê uma olhada na conversa que eu tive com ele no New Orleans Baptist Theological Seminary, na conferência sobre ateísmo, em 2007. Suas objeções aos argumentos teístas tradicionais eram como aqueles que você encontraria em um trabalho de graduação. Quando finalizei minha crítica, ele subiu ao pódio, fez uma pausa e então declarou, “Isto foi uma tour de force!”[2] (Na verdade, aquilo era elementar.) Assim, qual foi sua resposta? Ele basicamente disse, “Eu acho que isto mostra que se você pode inferir uma conclusão implausível a partir de um conjunto de premissas plausíveis, então você precisa apenas voltar um pouco e negar algumas destas premissas!”
Agora, se finos acadêmicos como estes estão em um nível tão raso no que se refere à filosofia da religião, imagine a situação dos popularizadores como Harris, Hitchens e semelhantes! O mesmo ocorre, Joe, em relação aos ateus que você encontra em fóruns virtuais. Você precisa ter em mente que muitos destas ateus são apenas adolescentes revoltados que não possuem treinamento acadêmico nos assuntos que eles confiadamente falam. Na falta dos meios intelectuais para debater estas questões, o único recurso deles é o ridículo e o sarcasmo.
O que estes popularizadores não entendem é que se eles lerem trabalhos de estudiosos não-teístas que têm trabalho em filosofia da religião, eles irão perceber que estes estudiosos não tratam o teísmo com desrespeito, nem tratam os cristãos com escárnio. Se você ler um livro como o brilhante Arguing about Gods, de Graham Oppy, por exemplo, no qual ele trabalha toda objeção concebível contra os argumentos teístas, o que você talvez não vai perceber é que no fim das contas Oppy está argumentando que não existem argumentos racionais coercivos para a existência de Deus (uma tese que a maioria dos filósofos cristãos provavelmente vai concordar!), mas também, da mesma forma, que não existem argumentos racionais coercivos contra a existência de Deus, de modo que os teístas podem estar em sua posição racional em acreditar, como o fazem. Poucas pessoas conhecidas pensariam que o desdém e a condescendência destes popularizadores em relação ao teísmo em geral, e aos cristãos em particular, é justificado.
Agora, como um filósofo cristão, eu estou apenas sentindo cócegas com esta mudança dos eventos. Lá pelos anos 30’ e 40’, durante os negros dias da fuga fundamentalista da academia, a multidão do livre-pensamento talvez estivesse justificada em virar a cara para a subcultura cristã. Eles podiam postular a si mesmos como os campeões da racionalidade e tratar os cristãos como intelectuais de segunda categoria. Agora, em contraste, a subcultura do pensamento-livre se encontra perdendo a disputa intelectual. Ela está ultrapassada com relação ao trabalho filosófico nos argumentos para a existência de Deus, fora de sintonia com o florescente diálogo entre ciência e religião que acontece atualmente, presa na velha metáfora de guerra de Andrew Dickson White, e mergulhada no criticismo bíblico do século XIX e no entendimento interpretativo mitológico sobre o Jesus histórico. Eu estou positivamente exultante sobre como a paisagem mudou!
É claro, como você reclamou, Joe, que podemos encarar arrogância e condescendência de pessoas que algumas vezes são invencivelmente ignorantes. Mas, o que você espera, então? Gaste algum tempo para meditar nos capítulos iniciais de I Coríntios. Veja quantas vezes Paulo usa as palavras “insensato” ou “louco”. Paulo diz que a mensagem do Evangelho é loucura para o mundo secular, que o homem natural sem o Espírito de Deus considera as coisas espirituais como loucura, que “Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para se tornar sábio.” (I Co 3:18). Para seus detratores que o ofenderam, Paulo escreve, “Nós somos loucos por amor de Cristo” (I Co 4:10). Eu estou convencido que uma pessoa não estará pronta para ser usada completamente por Deus até que ela esteja disposta a engolir seu orgulho e esteja disposta a ser considerada louca pelo amor a Cristo.
É claro que não é necessário dizer que não nós não devemos ser todos ou segunda categoria em nossa academia. Devemos buscar a excelência e aceitar o chamado de Charles Malik de desafiar a academia secular em seus próprios termos. Nós devemos ser intelectualmente hábeis, estarmos aberto às suas críticas e estarmos prontos para aprender com elas. Nós podemos eventualmente cometer erros e precisarmos revisar ou abandonar nosso argumento. Mas no fim nós precisamos estar preparados para ser ridicularizados como tolos pelo amor a Cristo.
Certamente machuca quando as pessoas não apreciam você ou seu trabalho. Mas aqui nós podemos encontrar encorajamento nas palavras de Jesus, “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.” (Mt 5:11-12). Você realmente acredita nisto, Joe? Então se alegre! Não devemos ficar lamentando por nós mesmos, mas estarmos felizes de termos a honra de carregar o mesmo opróbrio que caiu sobre o Senhor.
Ao invés de nos enfurecermos com aqueles que nos ridicularizem, nós precisamos considerar a causa disto e sentir compaixão por estas almas perdidas. Estou me lembrando de uma frase que ouvi certa vez: “Eu não poderia sentir mais raiva dele do que sentiria por um cego que pisou no meu pé.”
Seu ponto sobre a ineficácia do evangelismo em fóruns virtuais é uma preocupação prática que aqueles que gastam tempo em tais fóruns precisam avaliar com seriedade. Nosso fórum no Reasonable Faith não tem o objetivo primário de servir como ferramenta de evangelismo, mas promover discussão sobre questões importantes entre qualquer pessoa que quiser participar. Minha esperança é que os cristãos se aprofundem no conhecimento da veracidade da fé cristã através de tais discussões.
Tenha em mente, também, que centenas de pessoas estão lendo sua discussão com algum ateu recalcitrante, e observando como você responde a ele. Assim como ocorre em meus debates, nem sempre o objetivo de tal discussão é convencer meu oponente, mas convencer aqueles na audiência que têm mente aberta. A sordidez e a mente fechada do seu interlocutor, em contraste com seu espírito de tolerância, podem na verdade ser um benefício para o seu caso.
Eu concordo plenamente com você em relação à necessidade de civilidade. É por isto que eu insisto em descrever nosso fórum como “discussões pacíficas e substâncivas de questões”. Mas eu não vou banir pessoas que não têm educação e maturidade. Eu simplesmente vou concordar com Chris Weaver quando ele nos adverte a simplesmente não responder tais pessoas. Vamos deixar que seus comentários sejam ignorados até que eles aprendam a como eles tratar aqueles com os quais discordam com tolerância e respeito.
Notas
[1] Quentin Smith, “The Wave Function of a Godless Universe,” in Theism, Atheism, and Big Bang Cosmology (Oxford: Clarendon Press, 1993), 322.
[2] tour de force é uma locução substantiva de origem francesa que significa grande esforço, proeza, façanha. Por extensão do significado, quer dizer: ação difícil executada com grande habilidade.

Fonte: http://feracional.net/

Ateu de Oxford Chama Richard Dawkins de "Covarde" por Não Debater com William Lane Craig

quarta-feira, 3 de agosto de 2011



Video original: http://www.youtube.com/watch?v=RC1xgS1XGSg
Autor: (Birdieupon) http://www.youtube.com/user/Birdieupon

Será que Dawkins irá finalmente se engajar num debate acadêmico mano a mano com William Lane Craig quando ele for visitar Oxford? Parece que não, e até alguns companheiros ateus parecem pensar que ele está cometendo um grande erro.

Artigo do Telegraph:
http://www.telegraph.co.uk/news/religion/8511931/Richard-Dawkins-accused-of-c...

Schedule: http://www.premier.org.uk/craig

Tour: http://www.bethinking.org/craig

Usuário banido do RD.net por questionar Dawkins sobre Craig: http://www.youtube.com/watch?v=aYKc54E1eMg

Petição para o debate:
http://www.ipetitions.com/petition/dawkinscraigdebate/signatures

Dawkins vs Mcgrath:
http://www.youtube.com/watch?v=J4crCoBj2tA

Prof Craig: http://www.reasonablefaith.org

Prof: Dawkins: http://www.richarddawkins.net

Qual o sentido da vida em um mundo sem Deus?

quinta-feira, 28 de julho de 2011


Christopher Hitchens, expoente do novo ateísmo, discutiu a existência de Deus com o filósofo cristão William Lane Craig em 2009. Neste vídeo, eles discutem o sentido da vida. O Dr. Craig argumenta que se Deus não existe, a vida é um absurdo. Para saber mais sobre o argumento, leia o texto “O absurdo da vida sem Deus”.
 

 Christopher Hitchens é um jornalista britânico e analista político de prestígio, considerado um autêntico representante do movimento chamado "neoateísmo", autor de diversos livros, além de artigos para revistas como a Época.
William L. Craig é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham. Hábil debatedor, ele já enfrentou grandes pensadores céticos como Antony Flew, Bart Ehrman e John D. Crossan nos campi de Universidades como Harvard, Oxford e Princeton debatendo tópicos como a existência de Deus e a historicidade da ressurreição de Cristo. É autor de livros como A Veracidade da Fé Cristã e Filosofia e Cosmovisão Cristã, ambos publicados no Brasil pela Editora Vida Nova.

O Absurdo da Vida Sem Deus - William Lane Craig

domingo, 3 de julho de 2011


Você provavelmente já deve ter ouvido muitos humanistas ateus afirmando algo como "Nós não precisamos de Deus como nossa muleta! Não podemos deixar a crença em Deus limitar o potencial humano! Livrar-se de Deus é o maior salto para do homem moderno para o pleno desenvolvimento!" Nesse vídeo, o filósofo e teólogo William Lane Craig mostra que não é possível viver de forma feliz e logicamente consistente com essa visão de mundo pois, se Deus não existe, a vida é sem significado, valor e propósito fundamentais.
Embora isso não prove que Deus existe (as evidências da existência de Deus são discutidas em outros recursos deste blog), isso nos ajuda a refletir sobre a seriedade da questão "Deus Existe?" Pois, como disse Nietzche, muitas pessoas prosseguem em seu caminho sem refletir nas terríveis consequências do ateísmo. 


Fonte: http://deusemdebate.blogspot.com/2011/01/o-absurdo-da-vida-sem-deus-william-lane.html

 

O que é ser católico

sexta-feira, 1 de julho de 2011



Neste papo com o Prof. Carlos Ramalhete, o tema é o que significa ser católico e o que é a Igreja.

Explicação de versículos - ICo 2,9

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Nenhum olho viu, nem ouvido ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. (1 Coríntios 2,9)

Martinho Lutero e João Calvino, na doutrina da predestinação, ensinaram que Deus predestinou quem ele irá salvar e quem Ele não iria salvar. Certamente, hoje algumas denominações protestantes rejeitam os cinco pontos do calvinismo, mas isto continua a ser um fator influente na teologia protestante.

A visão católica é que Deus chama a todos, mas Ele não viola a liberdade do homem. O homem pode optar por aceitar ou rejeitar o chamado de Deus. Esse versículo afirma este ponto de vista, afirmando que Deus preparou algo para aqueles que o amam. Ele não diz que Deus preparou algo para aqueles que predestinou.

Deus predestinou seu plano de salvação, e não o destino dos indivíduos.

Fonte: Northforest
Tradução: Emerson de Oliveira

"Por que a Missa é tão chata?"

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Eu recebi um email que dizia que a Missa é:

... chata. Incrivelmente chata. É como ficarmos lendo palavras num dicionário. Se eu fosse católico eu não iria à igreja ...
Eu costumava pensar que a Igreja era chata. Eu tive uma completa reviravolta depois que descobri Jesus na Eucaristia. Agora, quando tomo parte da Eucaristia sinto-Lhe movendo-se através do meu corpo inteiro. Eu tive muitas experiências com o Espírito Santo fora da celebração eucarística. Mas de longe as minhas experiências mais poderoras com o Espírito Santo foram logo após a Comunhão. Hoje, sinto-me ansioso de ir para a Igreja todos os dias às 7h30, antes do trabalho. É a melhor parte do meu dia. Lamento que alguns católicos nominais  não compreendam o mistério e a força da Eucaristia e é por isso que eles saem da Igreja. Mas isso não me faz questionar a validade da Eucaristia. Isso só prova que o próprio Jesus disse que aconteceria. (Jo 6,56).  Muitos discípulos disseram que era um ensino difícil de ser seguido e assim eles o deixaram.  E ainda estão deixando.
Um bom exemplo disso é quando eu parei de comer açúcar tudo parecia ter gosto de papel. Mas depois de vários meses, eu mordia uma maçã e eu podia sentir o sabor dela. Era uma delícia. Eu nunca tinha provado uma maçã antes porque meus sentidos estavam tão bombardeados com o açúcar por muitos anos. Depois que eu parei  de consumir açúcar, eu podia sentir tudo de novo. Meus sentidos se tornaram vivos. É muito semelhante ao da Missa.
Nós, na América do Norte, tempos poucos momentos de atenção. Estamos acostumados a entretenimento. Queremos música legal e bastante movimento em frente do altar. Queremos bastante agitação de mãos e shows. A calma e reverência não são mais valorizadas porque temos televisores de tela grande em casa, que  bombardeiam nossos sentidos com emoção. Então ficamos entediados sempre que acontece alguma coisa calma. Quando parei de bombardear os meus sentidos com televisão, salas de cinema e outras formas de entretenimento que a sociedade empurra para nossas goelas, fui capaz de ver a verdadeira beleza da Missa. Neste simples oferecimento que Jesus nos pediu para fazer há 2000 anos eu me sinto vivo.

Fonte: http://www.davidmacd.com/catholic/mass.htm
Tradução: Emerson de Oliveira

Os católicos adoram Maria? (parte 1)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Protestantes que são críticos do catolicismo geralmente alegam que os católicos adoram Maria. Esta afirmação é falsa. Duas questões básicas:
  • Existe uma distinção real entre o culto de Maria e a devoção a Maria? A resposta católica: sim!
  • No geral, os católicos entendem as doutrinas católicas sobre Maria? Novamente, a resposta é sim!
Qualquer católico que vai à missa regularmente e que ouve e entende o que está acontecendo vai ter uma ideia clara de que é Jesus Cristo a fonte da nossa redenção e que Ele é divino. Maria é raramente mencionada na Missa.
Respostas a algumas objeções comuns:


  1. Protestantes que são críticos do catolicismo, muitas vezes alegam que os católicos têm estátuas e imagens de Maria, que adoram ídolos por tocar, beijar e outras formas de adoração. Eles alegam que os israelitas do Antigo Testamento não tinham imagens ou estátuas já que ídolos eram proibidos. Mas, de fato, havia estátuas e imagens no Antigo Testamento. Alguns exemplos:
    • Imagens dos querubins nas cortinas do tabernáculo e duas estátuas de querubins sobre a arca da aliança.
    • Estátuas de touros de apoio à pia no templo de Salomão.
    • A imagem da serpente em uma vara que Moisés fez ordenado por Deus para cura as pessoas.
    • Os artigos no templo, incluindo o candelabro, o pão, e os chifres do altar.
    É verdade que os israelitas não tinham estátuas de pessoas, mas devemos lembrar que Cristo ainda não tinha chegado e aberto o caminho para o céu. Nos tempos da Igreja, agora temos seres humanos que morreram e estão agora a residir com Deus no céu, por isso é razoável que nós queiramos ter devoção a eles. É natural amar-nos uns aos outros e querer expressar esse amor através de palavras e toques.


    Os cristãos não-católicos também têm imagens, embora eles normalmente não pensam dessa maneira. Para ser coerente, devem se livrar de todas as imagens, que incluem:
    • Cruzes. (Nota: As Testemunhas de Jeová acham que os cristãos adoram a cruz como uma imagem mística de poder).
    • Imagens como ilustrações de histórias da Bíblia
    • Flores na igreja (não devemos adorar flores, afinal).
    • A Bíblia, que é muitas vezes colocada em local de destaque de "adoração" em muitos lares e igrejas.
    • A imagem do sangue de Cristo, que aparece em canções.
    • Os elementos da comunhão do pão e do vinho, que muitos "adoram" semanalmente na igreja.
    • presépios no Natal.
    Protestantes que são críticos do catolicismo poderiam objetar à minha lista dizendo que eles não adoram estas imagens, e esse é exatamente o ponto. Os católicos não adoram as imagens e ícones. Por exemplo, quando os católicos beijam ou tocam estátuas de Maria, eles estão expressando a sua devoção à mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, e que agora reside no céu. Eles prefeririam beijá-la, abraçá-la e tocá-la diretamente, mas já que isto não é possível, eles expressam sua devoção com estátuas e imagens. Para ser coerente, os protestantes que são críticos do catolicismo devem parar de beijar e abraçar seus filhos, cônjuges e amigos, uma vez que consideram essas atividades como uma forma de "adoração".

    (Continua)
    Fonte:  http://www.northforest.org/CatholicApologetics/MaryDoctrines.html#worshipmary
    Tradução: Emerson de Oliveira

Sobre maldições hereditárias

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Imagine se você tivesse em sua árvore genealógica toda espécie de gente ruim e imoral.

Analisei a alguns anos uma dessas “árvores ruins” diante de um grupo de garotos frequentadores de igreja evangélica que insistiam em me tratar como seu professor de coisas bíblicas.

Embora o tema que me pediram era maldição hereditária, insisti em pegar o começo do livro de Matheus e enumerar alguns dos “santos” que constavam naquela descendência:

Contei sobre como Perez, um dos nomes da lista, foi concebido: Jacó, que casou com a mulher errada de tão bêbado que estava em sua festa de casamento, teve com suas quatro mulheres - duas irmãs e suas duas empregadas - mais de doze filhos, de onde se originaram as tribos de Israel. Judá, um dos filhos, sem saber que era sua nora viúva, transou com ela achando que era uma prostituta. Ou seja: Perez é filho do Vovô, e só não é filho de uma prostituta, porque ela apenas fingia ser.

Sem contar sobre Raabe, a prostituta que protegeu os espiões israelitas quando estes sondavam Jericó, a porta da terra prometida. Na invasão da cidade, esta – e sua família – foi poupada da morte, e acabou casando com um judeu. Essa é ancestral de Davi.

Davi, por sua vez, matou muitos, mas o pior de todos os seus pecados foi deixar um soldado leal e fiel morrer só para cobrir a vergonha de ter engravidado sua esposa (que era dada a tomar banhos públicos). Deste casal, entre tantas mulheres e filhos que teve, nasceu Salomão, o mais sábio e louco de todos os reis de Israel. (Como alguém poderia ficar são, casado com 300 mulheres e tendo concubinas, mulheres apenas para sexo, uma faixa de 700? Uma só já endoida o peão!).

Analisando cada um dos personagens dessa descendência, acharemos tantos argumentos para dizer que só um maldito poderia nascer dali, nem acreditaríamos que o Filho de Deus viria dessa linhagem.

Sim. Jesus nasceu nesta linha descendente, e se existe alguém que tem a eternidade para escolher onde e quando vir, é Ele.

Estranhamente, não escolheu uma comunidade com uma ficha limpa. Escolheu vir no povo que formou, para que outros povos imperfeitos pudessem ser salvos.

Ele se fez maldito sim. Mas não por que sua tataravó foi uma praticante de bruxaria, ou o tataravô fez quizumbas e protituições. Se fez maldito, de cruz, para que eu, você e todo aquele que aceita-o como Senhor não o seja.

Está pago, recibos rasgados, prestações devidamente quitadas, ontem, hoje e eternamente.

O resto? É com Ele.

Quando acabei de explanar isso, o Flavinho, um garoto, hoje homem formado, comentou sobre a família de Jesus: “E eu pensando que meus parentes tinham problema...”

Fonte: Genizah (Zé Luís, no Genizah, que teve todas as maldições dissolvidas, pessoais e antepassadas, numa cruz)