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Ateísmo e neo-ateísmo

domingo, 5 de fevereiro de 2012




Conexão Conservadora traz um bate-papo entre Junior Pereira [Submundo Intelectual], Emerson Oliveira [Logos Apologética e Sentir com a Igreja], Leonardo Bruno [Conde Loppeux] e Felipe Moura.

Ter fotos pedófilas no computador é normal?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012




Para a Sra. Asa Heuser, ativista ateísta, Vice-Presidente da Liga Humanista Secular do Brasil, aparentemente sim. Senão vejamos mais um disparate ético de Asa Heuser:

"Ele [Haroldo Galves] nunca foi acusado de nada além [sic] de possuir algumas fotos [sic] de nus [sic] de menores de idade; principalmente não há uma única acusação de qualquer contato com alguma criança"


Na realidade, Asa Heuser, não foram "algumas" fotos de crianças "nuas" como você mentirosa e distorcidamente alega, mas aproximadamente 65 mil imagens de crianças em cenas de sexo explícito. Leia parte do acórdão, que você leu, mas não quis dar crédito:

"Ao relatório da r. sentença de fls. 202/207, acrescenta-se que HAROLDO GALVES foi declarado incurso nas normas do artigo 241-B, “caput”, do Estatuto da Criança e do Adolescente, e condenado a cumprir, no regime aberto, a pena de UM (01) ANO E SEIS (06) MESES DE RECLUSÃO e pagamento de QUINZE (15) DIAS MULTA no valor unitário de meio salário mínimo, substituída a privativa de liberdade por restritivas de direitos consistentes em prestação de serviços à comunidade por igual período e prestação pecuniária no valor de vinte salários mínimos, destinada a entidade com fins beneméritos relacionados a crianças, pois, segundo a Denúncia, desde data não esclarecida até 04.06.2009, na Cidade e Comarca de São Paulo, adquiriu, possuía e armazenava, em meio digital, 65.000 (sessenta e cinco mil) fotografias contendo cenas de sexo explícito e pornografia envolvendo crianças e adolescentes."

Vejamos, ainda, o "nada além" grifado da frase de Asa Heuser. Para ela, o simples fato de adquirir, possuir ou armazenar tais fotos nada significa, muito embora isso seja tipificado como crime pela nossa legislação criminal:

"Art. 241-B. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: (Acrescentado pela L-011.829-2008)

Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.

§ 1º A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o material a que se refere o caput deste artigo.

§ 2º Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por:

I - agente público no exercício de suas funções;

II - membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo;

III - representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário.

§ 3º As pessoas referidas no § 2º deste artigo deverão manter sob sigilo o material ilícito referido."

Asa Heuser só não pratica aqui apologia ao crime por detalhe...

Fica mais claro abaixo o pensamento de Asa Heuser, que cuidou de reproduzir uma declaração de uma pessoa que assina como Israel - Provavelmente Israel "Galves" - que não vê justificativa para repugnância de alguém se deleitar com pornografia infantil:

"Se ao usar a palavra "pedofilia" como sinônimo de "interesse em ver crianças nuas", "o ato de ver crianças nuas ou em poses (descritas como e interpretadas como) sexuais", ou "desejo físico sexual por corpos de crianças", não há justificativa para tal "repugnância". "

Ora, Sra. Asa Heuser, se há algo de repugnante, este sim é o seu pensamento...

Imbuída da insensatez típica do ateísmo, ela prefere dar crédito à fantasiosa versão do pedófilo de que queria “identificar pedófilos” ao armazenar as imagens (???), a acreditar no flagrante da polícia e em todas as suas diligências, assim como num julgamento onde foi oferecida ao acusado ampla defesa e que foi cercado por todas as cautelas necessárias, tais como laudos periciais (que Asa Heuser nega existir, mas que o acórdão confirma), depoimentos, testemunhas etc. Enfim, para ela o pedófilo Haroldo Galves foi vítima de uma grande conspiração!

Segundo ela, o dono da assistência técnica agiu mal ao comunicar a polícia, e esta ao investigar o crime e prender o dito cujo em flagrante. Agiu mal o Datena por ter noticiado o crime, agiu mal o promotor ao oferecer a denúncia, agiu mal o juiz de primeira instância ao tê-lo condenado e agiram mal os desembargadores que confirmaram a condenação em segunda instância. Agiu mal também o advogado de defesa, por que não? Pois foi incompetente para salvar a pele de seu cliente. Para Asa Heuser, o único mocinho da história é Haroldo Galves, que ainda por cima sofre "bullying" deste blogueiro(!)

É ou não é o fim da picada?



O fato de Haroldo Galves ter antecedentes criminais - como acentua o Acórdão - para Asa nada pesa em desfavor de sua idoneidade:

"Além dos maus antecedentes ostentados por HAROLDO (fls. 07/08 do apenso próprio), ele revelou descaso com a Justiça, ao afirmar que pretendia contribuir para a identificação de pedófilos, e personalidade deformada, insensível aos traumas sofridos pelas crianças e adolescentes. Também a quantidade das imagens armazenadas, cerca de sessenta e cinco mil, no período aproximado de um ano e meio, segundo ele próprio revelou, e a diversidade de crianças e adolescentes envolvidos indicam maior afetação ao bem juridicamente tutelado e a intensidade do dolo, razões pelas quais as penas-base devem ser adotadas no triplo dos mínimos legais, para serem tornadas definitivas, à falta de outras causas de incidência, em três anos reclusão e pagamento de trinta dias-multa. A condição econômica do APELANTE HAROLDO, que em junho de 2009 revelou salário mensal de R$ 1.700,00 (fls. 19), autoriza a fixação do dia-multa acima do mínimo legal, mas na fração suficiente de um décimo do salário mínimo."

Ela simplesmente finge não enxergar esse relevante detalhe, e ao dirigir-me ao seu blog cobrando-lhe explicações sobre o fato, ela cinicamente apagou a postagem.

Para Asa, pesa sim o sofrimento pela perda de seu pai quando cobrada em sua falta de postura ética, mas a sua indiferença ao sofrimento de milhares de crianças, cujas imagens - para dizer o mínimo que se sabe - serviram de divertimento de alcova para seu companheirinho ateu é patente. É esse o tipo de "falta de sensibilidade" que ela imputa a este blogueiro...

Asa Heuser, como boa esquerdista, gosta de se colocar na condição de vítima. Ela e Haroldo Galves. O algoz é este blogueiro, por sempre ter nutrido antipatia por Haroldo Galves, um sujeito imoral e cheio de crimes nas costas, e repudiá-lo e condená-lo ainda mais pelo nefando crime de pedofilia. Mas sendo ativista do ateísmo e do homossexualismo, é acreditado como inocente, ainda mais porque amigo de Asa Heuser.

Será que todos os ateus rezam na cartilha ética de Asa Heuser?

O tempo vai dizer...

Fonte: Blog do Roberto Cavalcanti

Ateísmo e homossexualidade

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Stephen Fry é um ateu e um homossexual .

O jornalista  conservador Peter LaBarbera, do Americans for Truth, escreveu:

Qualquer um que tenha pesquisado o assunto da homossexualidade sabe que muitos dos  mais ferrenhos  defensores  da homossexualidade são aqueles que possuem uma visão decididamente secular.

O Grupo Barna publicou um estudo a respeito do ateísmo e da moralidade mostrando que aqueles que sustentam a visão de mundo do ateísmo ou agnosticismo na América eram mais prováveis ​​do que os teístas a aceitarem os seguintes costumes como moralmente aceitáveisl: uso de drogas ilegais, bebida em excesso; relações sexuais fora do do casamento, aborto, coabitação com alguém do sexo oposto fora do casamento, linguagem obscena, jogos de azar, pornografia, comportamento sexual obsceno e engajamento em homossexualidade / bissexualidade. Dada a muitas doenças associadas com a homossexualidade, a proibição bíblica contra a homossexualidade é provavelmente um dos muitos exemplos onde a Bíblia exibiu um conhecimento de que estava à frente de seu tempo.

Coincidentemente, os membros da NAMBLA (Associação Americana pelo Amor entre Homens e Meninos), uma associação que defende exigências de pedófilos, são ateus e homossexuais. Eu não estou publicando isto porque discrimino ateus ou homossexuais mas para desmascarar a hipocrisia desses grupos que atacam o cristianismo e teísmo, alegando terem uma "moral superior" e que "não precisamos de Deus para sermos bons" (nunca disse que ateu não pode ser bom. O problema é explicar como pode ser bom sem Deus). A hipocrisia e bolha de sabão dos ateus homossexuais e pedófilos estourou quando veio à tona a denúncia do pedófilo ateu Haroldo Galves, onde foi totalmente desmantelado.

Dawkins, o moralista petulante e resposta ao Yuri

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012


A ironia extrema do argumento ateísta contra a moral de Deus é que o ateísmo é completamente impotente para definir o termo "moral", muito menos utilizar o conceito contra qualquer outro sistema. Em 12 de fevereiro de 1998, William Provine fez um discurso no campus da Universidade de Tennessee. Em um resumo do que fala, seus comentários introdutórios são registrados nas seguintes palavras: "A evolução naturalista tem claras consequências que Charles Darwin entendia perfeitamente. 1) Não existe Deus; 2) não existe vida após a morte; 3) Não existe fundamento último para a ética; 4) Não existe nenhum significado na vida e 5) O livre-arbítrio humano é inexistente "(Provine, 1998, grifo meu). A mensagem que se seguiu de Provine é centrada em sua quinta declaração sobre o livre-arbítrio humano. No entanto, ele observou: "As 4 primeiros implicações são tão óbvias para os evolucionistas modernos naturalistas que vou passar pouco tempo defendendo-lhes" (1998).

Se o ateísmo é verdadeiro e os seres humanos evoluíram a partir de matéria não-viva, primordial, então qualquer senso de obrigação moral deve ser simplesmente um mecanismo subjetivo dos neurônios disparando choques químicos no cérebro. Teoricamente, os cientistas e filósofos ateus admitem esta verdade. Charles Darwin compreendeu esta verdade perfeitamente.

O ateísta Yuri Grecco comentou sobre o post http://www.sentircomaigreja.blogspot.com/2012/01/charge-o-dilema-de-dawkins.html:

O que Dawkins disse é que os conjuntos morais são subjetivos. Enquanto em determinada cultura e época é moralmente aceitável ter escravos (vide bíblia), ou fazer sexo com as filhas (vide bíblia), ou genocídio (vide bíblia), ou vender a filha (vide bíblia)... e outra época e cultura as mesmas coisas são moralmente inaceitáveis.
Não existe o bem absoluto e o mal absoluto já que não existe um referencial objetivo.

Bom, não dá pra saber por onde começar a ver tantas falhas lógicas. Se a moral não está fundamentada por um padrão transcendente, um padrão que está acima de toda a humanidade, então ele entra em colapso ao relativismo. Este conceito não é difícil de entender, mas o relativismo mantém uma conotação negativa suficiente hoje em dia que os ateus, que negam um padrão transcendente objetivo da moral, ainda são mais sensíveis sobre a palavra.

Jeffrey Dahmer, o serial killer que ganhou notoriedade por comer suas vítimas, entendeu a relação entre Deus e moral muito bem. O pai de Dahmer falou sobre o raciocínio moral de seu filho em um documentário produzido em 1996: "Se tudo acontece naturalisticamente, qual é a necessidade de um Deus? Eu não consigo definir minhas próprias regras? Quem é dono de mim? Eu tenho a mim mesmo."

Exatamente. Se não há Deus, você não tem nenhuma prestação de contas a ninguém. Você possui a si mesmo e você pode fazer consigo mesmo o que quiser.

 Em uma entrevista em 1994, Dahmer mesmo explicou seu pensamento. Ele questionou que, se Deus não existisse e todos nós viemos "do limo", então "qual é o ponto de tentar modificar seu comportamento para mantê-lo dentro dos limites aceitáveis?"

Se não existe um padrão moral que não sejam só "impulsos e instintos" humanos, então qualquer tentativa de acusar outra pessoa de comportamento imoral não é nada mais do que uma pessoa não gostar da maneira que outra pessoa faz as coisas.  Enquanto ateístas como esse Yuri podem afirmar não gostar das ações de Deus, admitem que há um padrão de moralidade legítima que não é baseada em caprichos subjetivos humanos e, portanto, destroem sua própria posição ateísta. Se as ações podem ser precisamente identificadas como objetivamente morais ou imorais, então o ateísmo não pode ser verdadeiro.

O fato de que todos nós instintivamente repudiamos o comportamento de Dahmer não faz nada para tirar o fato de que seu raciocínio está certo.  Ele incorporou a visão de mundo ateísta levado aos seus extremos lógicos. Você pode não gostar nada do que Dahmer fez, mas se você não acredita em um padrão moral transcendente e objetivo, ele não fez nada além de atuar fora de moda.

Ateu publica poster desonesto sobre o ateísmo

terça-feira, 20 de dezembro de 2011


 Yuri, auto denominado "Eu, Ateu", publicou em seu blog um poster muito usado por certos ateístas como propaganda para mostrar alguns pensadores que, supostamente, foram ateus.

O problema para ele é que se for desmascarar a incoerência dele só sobram de "verdadeiros" ateus mesmo: Twain e Shaw (!!!)
O autor deste poster é um desonesto completo. Einstein era deísta, Franklin era teísta. Este escreveu:

Este é o meu credo: Eu creio em um Deus, Criador     do universo. Que Ele governa pela sua Providência. Ele deve ser adorado. Que o serviço mais aceitável que lhe prestamos é fazer o bem a Seus filhos. (Franklyn, B. Autobiografia de Franklyn. Novo York: Rinehart and Co., Inc., 1959, 292.)

Charles Darwin, por sua própria admissão, nunca foi um ateu. Na verdade suas próprias palavras indicam que, pelo menos em algumas ocasiões, ele gravitavam em torno de uma crença na Deus. Nenhum ateu jamais menciona esta rejeição de suas queridas filosofia pelo cientista que eles idolatram.

Mesmo nas minhas flutuações mais extremas eu nunca fui um ateu no sentido de negar a existência de Deus. (Darwin,Francis, A vida de Charles Darwin. London: Livros Tiger, 1995, 55.)
 Sagan não era ateu, mas agnóstico: http://en.wikipedia.org/wiki/Carl_Sagan - "I'm agnostic."[43]
Head, Tom. "Conversations with Carl". Skeptic 13 (1): 32–38.Excerpted in Head, Tom, ed. (2006). University of Mississippi Press. ISBN 1-57806-736-7 (agradecimento ao meu amigo Odir Marin por lembrar).

Dessa forma, para ser honesto, o poster deveria ficar assim:

Thomas Jefferson, o terceiro presidente americano, era protestante. Ele também foi influenciado pelos deístas ingleses e tem sido muitas vezes identificado pelos historiadores como um deísta. Ele tinha muitas crenças em comum com unitários do período de tempo, e às vezes escreveu que achava que todo o país se tornaria unitário.

Embora Jefferson nunca foi um ateu, ele era realmente um campeão da liberdade religiosa, e o site "Ateísmo Positivo" tem uma página de citações de Jefferson em:
http://www.positiveatheism.org/hist/quotes/jefframe.htm

Abraham Lincoln não era ateu. Embora nem Abraham Lincoln nem George Washington foram ateus, o site "Ateísmo Positivo" apresenta alguns outros escritos sobre as crenças e práticas religiosas dos dois presidentes em: http://www.positiveatheism.org/hist/steiner0.htm.

O que ficaria bem reduzido em seu número de "pensadores ateus".

Yuri, mais uma vez, dá uma mostra de como é ser um neoateísta desonesto.

O ateísmo e o Problema do Mal

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Imagine o Problema do Mal e (ilogicamente) conclua que Deus não existe. O que acontece?
Bem, você olha ao redor do mundo novamente e observa que o mal ainda existe e agora você não precisa culpar a Deus. Rejeitar a Deus não faz nada sobre o mal. Assim, o ateísmo não faz nada sobre o mal. Claro que não faz nada, ele não pode fazer nada e supostamente não faz nada. O ateísmo é apenas uma ideia e, assim, não tem vontade para fazer qualquer coisa. Na verdade, este é o ponto: o ateísmo é uma ideia, mas Deus é um ser que pode e faz várias coisas sobre o mal: Deus pode condená-lo de forma absoluta, Deus pode prover uma Redenção do mal, Deus pode abolí-lo.
O ateísmo não só não faz nada sobre o mal mas o ateísmo realmente torna o mal ainda pior. O ateísmo garante que o mal não é para nada, não tem nenhum propósito ou significado maior e não garante nenhuma redenção do mal.
No entanto, é incorreto afirmar que o ateísmo garante que o mal é para nada e não tem nenhum propósito ou significado maior. Isto porque no materialismo absoluto que o ateísmo implica, o mal é muito proposital na medida em que beneficia o malfeitor. O malfeitor comete atos de maldade, e enquanto não for pego, evadindo dos sistemas judiciais do mundo e simplesmente fugindo com ele, a vítima sofre e pode sofrer durante décadas, enquanto o malfeitor continua cometendo maldades.
Também é incorreto afirmar que o ateísmo não faz nada sobre o mal. Ele simplesmente o deixa ir embora, fingindo que ele não existe. Um tsunami que afoga milhares de pessoas não é "mau", é só uma grande onda. Um furacão que destrói cidades e mata pessoas não é "mau", são só ventos fortes. Um animal, seja humano ou não, que mata um outro animal não é "mau", está apenas agindo de acordo com tudo o que existe. É sua própria vontade. Tudo isto pode ser inconveniente, podemos não gostar, podemos tentar fazer algo sobre isso, contra isso, mas não é mau. Simplesmente é.
O fato de existir o mal no mundo é uma das razões para melhor rejeitar o ateísmo.

Um pouco de Nietzsche



Die fröhliche Wissenschaft
("A Gaia Ciência")
(1882)
Heilige Grausamkeit 73.

Heilige Grausamkeit. — Zu einem Heiligen trat ein Mann, der ein eben geborenes Kind in den Händen hielt. "Was soll ich mit dem Kinde machen? fragte er, es ist elend, missgestaltet und hat nicht genug Leben, um zu sterben". "Tödte es, rief der Heilige mit schrecklicher Stimme, töte es und halte es dann drei Tage und drei Nächte lang in deinen Armen, auf dass du dir ein Gedächtnis machest: — so wirst du nie wieder ein Kind zeugen, wenn es nicht an der Zeit für dich ist, zu zeugen". — Als der Mann dies gehört hatte, ging er enttäuscht davon; und Viele tadelten den Heiligen, weil er zu einer Grausamkeit geraten hatte, denn er hatte geraten, das Kind zu töten. "Aber ist es nicht grausamer, es leben zu lassen?" sagte der Heilige.

Nesta passagem, intitulada "Santa Crueldade", Nietzsche, um dos pilares do ateísmo moderno, fala de um "santo homem" aconselhando o pai de uma criança deficiente a matar a criança, já que "Aber ist es nicht grausamer, es leben zu lassen?" ["Não é mais cruel permitir que ela viva?"]

Não é de admirar que os nazistas viram Nietzsche como um dos seus "pais fundadores". E não é de admirar que, a meu conhecimento, todos os governos oficialmente ateístas na história tem sido extremamente cruéis? Vemos hoje, por exemplo, a Coréia do Norte lançar mísseis, enquanto o povo morre de fome. Talvez Nietzsche teria aprovado essa santa crueldade. Quem sabe?

Aparentemente, os ateus que vivem em países mais ou menos cristãos aceitam mais ou menos a ética cristã por causa das pressões sociais, e não por uma verdadeira convicção. Esta mistura é chamada de "humanismo secular". No entanto, quando deixados a si mesmos no controle de sua própria sociedade, os ateus podem viver de acordo com suas crenças verdadeiras, o que significa que a vida humana não tem mais valor do que a vida animal. Isso explica o grande número de cadáveres acumulados em apenas um século por governos ateístas.

http://jewishphilosopher.blogspot.com/
Tradução: Logos Apologética

A racionalidade da fé e A. N. Wilson

terça-feira, 8 de novembro de 2011



O cristianismo é coerente? É inteligível? Será que faz sentido? Será que se encaixa em um padrão consistente de verdade, ou é o oposto do racional - é irracional? Há superstição envolvida de forma que cristãos que acreditam no cristianismo prova que ele é irracional?

Neste vídeo também comento a história de A. N. Wilson, um famoso novelista e biógrafo que se converteu ao cristianismo.

A. N. Wilson fala de sua conversão ao cristianismo:http://www.newstatesman.com/religion/2009/04/conversion-experience-
­­atheism

As raízes do masoquismo cultural europeu ("como é que chegamos a perder a confiança em nossa própria civilização?"): http://online.wsj.com/article/SB10001424052702303745304576360993215502566.htm...

Os Ateus Perderam a Cabeça?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Tradução: Eliel Vieira
Questão 1:
Caro Professor Craig,
Eu sou um ateu que admira seus debates e argumentos, mas tenho observado uma tendência no meu lado da discussão sobre a qual eu gostaria de lhe perguntar.
Me parece que os ateus populares de hoje em dia, como Richard Dawkins, Daniel Dennett, Christopher Hitchens e Sam Harris, não aprensentam argumentos sólidos (ou ao menos válidos) da forma como um filósofo como você (ou um filósofo em treinamento como eu) gostaria de ver. Eu sei que estes argumentos existiam com os ateus no passado (como Mackey, Russell e Hume), mas eu não sei porque os ateus populares (ou outros ateus em geral) atualmente não empregam tal argumentação em debates recentes.
Alguém poderia dizer que os ateus populares de hoje em dia simplesmente não têm o treinamento filosófico para ser como elaborar argumentos válidos e sólidos, mas isto é falso, uma vez que Dennett é um filósofo. No caso de Dennett, ele se recusa a abordar os argumentos tradicionais contra e a favor da existência de Deus e simplesmente se interessa nos mecanismos evolucionários por trás da crença religiosa.
Eu reconheço que existem ateus filosoficamente sofisticados atualmente (Quentin Smith, que você conhece, é um exemplo), mas por que eles não estão nos holofotes?
Com sua experiência em debates e discussões, o que você atribui como causa disto? Eu não acho que a posição ateísta é implausível (mesmo que ela possa ser falsa), então eu não espero que você afirme que o ateísmo está falido. Mas se você não responder assim, qual pode ser a causa para isto?
Sinceramente,
Arash
Questão 2:
Eu tenho praticado apologetica cristã na internet pelos últimos dez anos. Eu tenho o grau de Mestre pela Perkins School of Theology e eu estava me doutorando em História de Ideias, mas fui forçado a abandonar meus estudos devido a uma tragédia familiar.
Eu também já hospedei vários fóruns de discussão e tenho feito isto desde 1999. Eu tenho ficado cada vez mais frustrado e irritado com a natureza da mentalidade ateísta nestes fóruns. Não era como é hoje quando eu descobri estes fóruns pela primeira vez. Era até divertido antes. Eu extraía o melhor deles em toda discussão. Eles gostavam de mim e apreciavam meu conhecimento e o que eu tinha aprendido.
Isto não é sobre mim. Eu não faço isto para vencer argumentos. Mas isto é uma medida sobre como as coisas mudaram. Atualmente eu sou considerado um total idiota na rede. Isto não é porque meus argumentos de repente se tornaram ruins, é porque os ateus perceberam que eles podiam parar de debater as questões e começassem a debater sobre mim. Agora todo o processo de postar em fóruns está fechado para mim. Eu não posso ir a nenhum fórum de discussão sem que os ateus comessem a me ridicularizar. Eles se recusam a ouvir os argumentos. Eles tentam encontrar qualquer tipo de linha fora da costura em cada frase que eu digo.
Como um membro da comunidade apologética na rede, eu estou muito preocupado com isto. Essencialmente os fóruns virtuais deixaram de ser uma ferramenta para apologética ou evangelismo. Os ateus demonstram mais e mais ódio com o passar do tempo. No próprio fórum do seu site hoje um ateu ridicularizou tudo o que eu disse, embora ele não tenha entendido nenhuma palavra do que foi dito, e então ele anunciou que os cristãos não são dignos de respeito.
Eu acredito que a comunidade de apologistas na rede precisa se unir se quiser mudar este quadro. Precisamos começar a banir pessoas que insultarem a fé cristã. Como qualquer fanfarrão, eles sempre se conterão se nós nos posicionarmos em relação ao que estão fazendo. Eles se tornam mais abusivos se você tentar ser gentil com eles.
Eu acredito que nós devemos começar a aplicar vigorosamente regras que proíbam que eles caluniem os cristãos e nossa fé. Quase todos os fóruns têm regras que proíbem o abuso, mas nenhum aplica estas regras contra as poucas atitudes caluniosas dos ateus. Nós precisamos começar a fazer isto. Nós não estaremos perdendo nada se expulsarmos algumas pessoas pelo fato delas fazerem o Evangelho parecer motivo de chacota aos demais.
Eu espero que você considere o que eu disse. Eu também estou aberto a sugestões sobre como proceder.
Sinceramente, em Cristo,
Joe


Resposta do Dr. Craig:
Eu fiquei fascinado com a concordância destas duas cartas, uma de um ateu e outra de um cristão, sobre o tom grosseiro que predomina entre o nível popular dos ateus atualmente. Eu compartilho estas cartas pelo seu interesse intrínseco e não por ter algum insight especial que eu possa oferecer sobre as razões desta mudança.
Eu concordo com você, Arash, que o ateísmo não é uma cosmovisão implausível e que, portanto, a pobreza da argumentação ateísta não pode ser devida à falência do próprio ateísmo. Com minha experiência, esta pobreza parece ser devida à simples ignorância da literatura.
Os acadêmicos tendem a concentrar seus esforços em suas respectivas áreas de especialização e a permanecer ignorantes em relação a assuntos – especialmente em assuntos nos quais eles tem pouco interesse – que estão fora de seus campos escolhidos. Quando eles vão comentar sobre tópicos fora de suas áreas de especialização, as opiniões de grandes cientistas, filósofos e outros acadêmicos não carregam mais peso do que o que algum leigo diz – na verdade, nestes assuntos eles próprios são leigos. Como resultado de debates com pesquisadores não-teístas ao longo dos anos, eu tenho ficado impressionado com a incrível ignorância que alguns estudiosos brilhantes têm em relação à teologia e filosofia da religião.
Permita-me dar alguns exemplos. Meu amigo Quentin Smith, que você mencionou, alguns anos atrás, sem rodeios, taxou o argumento de Stephen Hawking contra Deus em Uma Breve História do Tempo como “o pior argumento ateísta na história do pensamento ocidental.”[1] Com a publicação do “argumento central” de Richard Dawkins em seu livro Deus, um delírio, que eu já critiquei em outro lugar, chegou o tempo, eu acho, de aliviar Hawking deste peso e reconhecer o acesso de Dawkins ao trono. Alguns anos atrás eu ouvi uma palestra do físico vencedor do Prêmio Nobel Steven Weinberg na conferência The Nature of Nature na Baylor University. Eu fiquei chocado em ouvir pouco mais do que o discurso irado de um ateu tribal. Mesmo filósofos que não estão especializados em filosofia da religião podem perder o rumo quando falam fora de sua área de especialização em filosofia. Uma vez que você mencionou Dennett, dê uma olhada na conversa que eu tive com ele no New Orleans Baptist Theological Seminary, na conferência sobre ateísmo, em 2007. Suas objeções aos argumentos teístas tradicionais eram como aqueles que você encontraria em um trabalho de graduação. Quando finalizei minha crítica, ele subiu ao pódio, fez uma pausa e então declarou, “Isto foi uma tour de force!”[2] (Na verdade, aquilo era elementar.) Assim, qual foi sua resposta? Ele basicamente disse, “Eu acho que isto mostra que se você pode inferir uma conclusão implausível a partir de um conjunto de premissas plausíveis, então você precisa apenas voltar um pouco e negar algumas destas premissas!”
Agora, se finos acadêmicos como estes estão em um nível tão raso no que se refere à filosofia da religião, imagine a situação dos popularizadores como Harris, Hitchens e semelhantes! O mesmo ocorre, Joe, em relação aos ateus que você encontra em fóruns virtuais. Você precisa ter em mente que muitos destas ateus são apenas adolescentes revoltados que não possuem treinamento acadêmico nos assuntos que eles confiadamente falam. Na falta dos meios intelectuais para debater estas questões, o único recurso deles é o ridículo e o sarcasmo.
O que estes popularizadores não entendem é que se eles lerem trabalhos de estudiosos não-teístas que têm trabalho em filosofia da religião, eles irão perceber que estes estudiosos não tratam o teísmo com desrespeito, nem tratam os cristãos com escárnio. Se você ler um livro como o brilhante Arguing about Gods, de Graham Oppy, por exemplo, no qual ele trabalha toda objeção concebível contra os argumentos teístas, o que você talvez não vai perceber é que no fim das contas Oppy está argumentando que não existem argumentos racionais coercivos para a existência de Deus (uma tese que a maioria dos filósofos cristãos provavelmente vai concordar!), mas também, da mesma forma, que não existem argumentos racionais coercivos contra a existência de Deus, de modo que os teístas podem estar em sua posição racional em acreditar, como o fazem. Poucas pessoas conhecidas pensariam que o desdém e a condescendência destes popularizadores em relação ao teísmo em geral, e aos cristãos em particular, é justificado.
Agora, como um filósofo cristão, eu estou apenas sentindo cócegas com esta mudança dos eventos. Lá pelos anos 30’ e 40’, durante os negros dias da fuga fundamentalista da academia, a multidão do livre-pensamento talvez estivesse justificada em virar a cara para a subcultura cristã. Eles podiam postular a si mesmos como os campeões da racionalidade e tratar os cristãos como intelectuais de segunda categoria. Agora, em contraste, a subcultura do pensamento-livre se encontra perdendo a disputa intelectual. Ela está ultrapassada com relação ao trabalho filosófico nos argumentos para a existência de Deus, fora de sintonia com o florescente diálogo entre ciência e religião que acontece atualmente, presa na velha metáfora de guerra de Andrew Dickson White, e mergulhada no criticismo bíblico do século XIX e no entendimento interpretativo mitológico sobre o Jesus histórico. Eu estou positivamente exultante sobre como a paisagem mudou!
É claro, como você reclamou, Joe, que podemos encarar arrogância e condescendência de pessoas que algumas vezes são invencivelmente ignorantes. Mas, o que você espera, então? Gaste algum tempo para meditar nos capítulos iniciais de I Coríntios. Veja quantas vezes Paulo usa as palavras “insensato” ou “louco”. Paulo diz que a mensagem do Evangelho é loucura para o mundo secular, que o homem natural sem o Espírito de Deus considera as coisas espirituais como loucura, que “Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para se tornar sábio.” (I Co 3:18). Para seus detratores que o ofenderam, Paulo escreve, “Nós somos loucos por amor de Cristo” (I Co 4:10). Eu estou convencido que uma pessoa não estará pronta para ser usada completamente por Deus até que ela esteja disposta a engolir seu orgulho e esteja disposta a ser considerada louca pelo amor a Cristo.
É claro que não é necessário dizer que não nós não devemos ser todos ou segunda categoria em nossa academia. Devemos buscar a excelência e aceitar o chamado de Charles Malik de desafiar a academia secular em seus próprios termos. Nós devemos ser intelectualmente hábeis, estarmos aberto às suas críticas e estarmos prontos para aprender com elas. Nós podemos eventualmente cometer erros e precisarmos revisar ou abandonar nosso argumento. Mas no fim nós precisamos estar preparados para ser ridicularizados como tolos pelo amor a Cristo.
Certamente machuca quando as pessoas não apreciam você ou seu trabalho. Mas aqui nós podemos encontrar encorajamento nas palavras de Jesus, “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.” (Mt 5:11-12). Você realmente acredita nisto, Joe? Então se alegre! Não devemos ficar lamentando por nós mesmos, mas estarmos felizes de termos a honra de carregar o mesmo opróbrio que caiu sobre o Senhor.
Ao invés de nos enfurecermos com aqueles que nos ridicularizem, nós precisamos considerar a causa disto e sentir compaixão por estas almas perdidas. Estou me lembrando de uma frase que ouvi certa vez: “Eu não poderia sentir mais raiva dele do que sentiria por um cego que pisou no meu pé.”
Seu ponto sobre a ineficácia do evangelismo em fóruns virtuais é uma preocupação prática que aqueles que gastam tempo em tais fóruns precisam avaliar com seriedade. Nosso fórum no Reasonable Faith não tem o objetivo primário de servir como ferramenta de evangelismo, mas promover discussão sobre questões importantes entre qualquer pessoa que quiser participar. Minha esperança é que os cristãos se aprofundem no conhecimento da veracidade da fé cristã através de tais discussões.
Tenha em mente, também, que centenas de pessoas estão lendo sua discussão com algum ateu recalcitrante, e observando como você responde a ele. Assim como ocorre em meus debates, nem sempre o objetivo de tal discussão é convencer meu oponente, mas convencer aqueles na audiência que têm mente aberta. A sordidez e a mente fechada do seu interlocutor, em contraste com seu espírito de tolerância, podem na verdade ser um benefício para o seu caso.
Eu concordo plenamente com você em relação à necessidade de civilidade. É por isto que eu insisto em descrever nosso fórum como “discussões pacíficas e substâncivas de questões”. Mas eu não vou banir pessoas que não têm educação e maturidade. Eu simplesmente vou concordar com Chris Weaver quando ele nos adverte a simplesmente não responder tais pessoas. Vamos deixar que seus comentários sejam ignorados até que eles aprendam a como eles tratar aqueles com os quais discordam com tolerância e respeito.
Notas
[1] Quentin Smith, “The Wave Function of a Godless Universe,” in Theism, Atheism, and Big Bang Cosmology (Oxford: Clarendon Press, 1993), 322.
[2] tour de force é uma locução substantiva de origem francesa que significa grande esforço, proeza, façanha. Por extensão do significado, quer dizer: ação difícil executada com grande habilidade.

Fonte: http://feracional.net/

Richard Dawkins, "um idiota patético e inútil. Nada mais."

quarta-feira, 3 de agosto de 2011





David Klinghoffer , no  Evolution News & Views, comentou sobre  pedido de desculpas de censura acadêmica por Richard Dawkins, terminando o seu posto com "O homem é apenas um idiota patético e inútil. Nada mais".

Eu concordo. Eu também não gosto da forma como Dawkins compara dissidentes de  Darwin  com "teóricos da cegonha" e "ensinadores da Terra plana", e usa isso como justificativa para não apenas censurá-los, mas também para se recusar a debater com eles.

No  vídeo abaixo, ele responde a uma pergunta sobre por que ele não mais debate com "criacionistas", dizendo que seria como um geógrafo debater uma terra plana, ou um cientista reprodutivo debater com um defensor da "teoria da cegonha" ...




Mas quantos geógrafos você conhece que escreveram best-sellers refutando argumentos da "Terra plana"? Quantos cientistas reprodutivos você sabe que escreveram best-sellers dedicados a refutar a "teoria da cegonha"? Tudo o que Dawkins faz em seus livros é debater com "criacionistas". Ele diz que debatêr com eles criaria a falsa ilusão de que há um debate, mas ele sente que precisa atacar suas afirmações em seus livros. Se o criacionismo e o Design Inteligente realmente são tão obviamente errados como as teorias da Terra plana e da cegonha, é de se perguntar por que ele se incomoda em fazer o que faz. Se ele os ataca em seus livros, deveria dar dar-lhes uma chance de se defender. Se ele não quer debater com eles, então ele não deve escrever livros para atacá-los.

Dawkins está usando a clássica tática de intimidação. É a mesma coisa que Al Gore faz quando satiriza os "negadores do clima", mas recusa-se a debater com eles. É a mesma coisa que o NIST e Popular Mechanics fazem quando eles dizem ter 'desmascarado' as alegações de demolição controlada no 09/11, mas se recusam a debater com o AE911Truth. Eles sempre dão a mesma desculpa - que debater com seus adversários lhes daria uma injustificada credibilidade. É um apelo para a própria autoridade. É a lógica do bullying.

Dawkins é arrogante, indiferente e se esconde atrás de ataques ad hominem - os sinais clássicos de um homem inseguro sobre suas crenças.

Ateu de Oxford Chama Richard Dawkins de "Covarde" por Não Debater com William Lane Craig



Video original: http://www.youtube.com/watch?v=RC1xgS1XGSg
Autor: (Birdieupon) http://www.youtube.com/user/Birdieupon

Será que Dawkins irá finalmente se engajar num debate acadêmico mano a mano com William Lane Craig quando ele for visitar Oxford? Parece que não, e até alguns companheiros ateus parecem pensar que ele está cometendo um grande erro.

Artigo do Telegraph:
http://www.telegraph.co.uk/news/religion/8511931/Richard-Dawkins-accused-of-c...

Schedule: http://www.premier.org.uk/craig

Tour: http://www.bethinking.org/craig

Usuário banido do RD.net por questionar Dawkins sobre Craig: http://www.youtube.com/watch?v=aYKc54E1eMg

Petição para o debate:
http://www.ipetitions.com/petition/dawkinscraigdebate/signatures

Dawkins vs Mcgrath:
http://www.youtube.com/watch?v=J4crCoBj2tA

Prof Craig: http://www.reasonablefaith.org

Prof: Dawkins: http://www.richarddawkins.net

O Absurdo da Vida Sem Deus - William Lane Craig

domingo, 3 de julho de 2011


Você provavelmente já deve ter ouvido muitos humanistas ateus afirmando algo como "Nós não precisamos de Deus como nossa muleta! Não podemos deixar a crença em Deus limitar o potencial humano! Livrar-se de Deus é o maior salto para do homem moderno para o pleno desenvolvimento!" Nesse vídeo, o filósofo e teólogo William Lane Craig mostra que não é possível viver de forma feliz e logicamente consistente com essa visão de mundo pois, se Deus não existe, a vida é sem significado, valor e propósito fundamentais.
Embora isso não prove que Deus existe (as evidências da existência de Deus são discutidas em outros recursos deste blog), isso nos ajuda a refletir sobre a seriedade da questão "Deus Existe?" Pois, como disse Nietzche, muitas pessoas prosseguem em seu caminho sem refletir nas terríveis consequências do ateísmo. 


Fonte: http://deusemdebate.blogspot.com/2011/01/o-absurdo-da-vida-sem-deus-william-lane.html